https://twitter.com/juhlyzombie
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Ep.01: A Morcega
Olá, caros confrades. Hoje começo a série Receita Federal Visita: Transilvânia, um especial onde vou fazer os relatos de repetecos com GPs cujos primeiros encontros eu não postei durante minha época de sonegador (não vou recuperar todos, afinal não irei gastar dinheiro repetindo experiências que não valeram a pena). Esta será uma série em cinco ou seis episódios, que tentarei postar mensalmente enquanto continuo realizando outros TDs. E, considerando meu pseudônimo baseado na inspiração para o maior vampiro de todos os tempos (e meu tatata...tataravô), não podia escolher outra pessoa para iniciar este projeto que não a morcega devoradora de homens do GP Arena, a minha gostrevosa Juhly Zombie.
Minha história com a Juhly meio que começa bem antes dela se tornar GP. Eu já era cliente da irmã dela e acompanhei, como espectador, sua chegada ao Rio e os primeiros passos no mundo libertino. Desde o início ela já foi um furacão, com seu jeito elétrico e a uma entrega que poucas vezes encontrei nesse meio. Curiosamente, meu primeiro atendimento com ela demorou para sair, e até esta noite, havia sido o único.
O encontro do Arena foi um reencontro com ela depois de muito tempo, e atiçou a vontade de revê-la. Somando isso a eu querer colocar minhas dívidas com o fórum em dia, estava pronta a tempestade perfeita para o reencontro do vampiro e da morcega.
O contato com a Juhly é fácil, ela responde rapidamente e é bem direta nas respostas. Marcamos para o domingo, às 17h, já que a primeira semana de trabalho de campo para o Censo não me permitiu escapadas em dias úteis. Acho que nunca havia ido na AA37 em um domingo e, apesar do frio, foi estranho ver aquela rua completamente deserta.
Bato em sua porta e sou atendido por uma mulher que é escultura e tela ao mesmo tempo, com seu corpo voluptuoso e as inúmeras tatuagens. Ela usava uma lingerie, ou body, ou algo que não sei o que chamar, escuro mas semitransparente. Ela me deu boa noite enquanto eu tirava a máscara, mas antes que eu tivesse tempo de responder, a língua dela já estava dançando ferozmente dentro da minha boca.
Ficamos nos agarrando em sua sala por um tempo, em pé ali mesmo. Os beijos eram vorazes, e as mãos apalpavam sofreguidamente tudo aquilo que conseguiam alcançar. Na primeira parada para respirar, ela me leva para o quarto e finalmente nos despimos. Continuamos nos beijando, até que eu deito ela na cama e passo a provar cada centímetro de seu corpo: lábios, pescoço, seios barriga. Volto a beijá-la enquanto a masturbo, e posso perceber como ela já está molhada.
Então ela me joga na cama e começa a repetir o processo de provar meu corpo, lambendo e mordiscando meus mamilos enquanto esfrega seus peitos em meu pau. Ela desce e começa um boquete maravilho, bem babado e na pressão, com momentos de garganta profunda que por pouco não me fazem queimar a largada. Ela tenta pegar a camisinha, mas ainda é muito cedo para isso.
Mando ela deitar e começo a chupar sua buceta. Que visão é aquela mulher se contorcendo de prazer, apertando e beliscando os próprios mamilos enquanto vai ficando cada vez mais molhada. Ela agarra meus cabelos e começa a se esfregar em meu rosto, gemendo enquanto eu sugo seu grelo quase que inteiro para dentro de minha boca. Ela finalmente goza, mas ainda não estou satisfeito. Desço para seu cuzinho e começo a trabalhar minha língua ali enquanto a masturbo com as mãos livres. Queria ter ficado mais tempo saboreando, mas começo a ficar com torcicolo, então finalmente aceito a camisinha.
Começamos em um PPMM lento, já que estava quase uma semana sem descarregar meu cartucho e não queria acabar rápido. Passada a adaptação inicial, aumento a velocidade e vamos nos revezando entre beijos e agarrões enquanto vou bem fundo dentro dela. Ela pede para eu a comer de quatro e a seguro pelo ombros, botando o máximo de pressão que consigo. Antes de eu entender o que estava acontecendo, ela já está com o lubrificante na mão pedindo para foder seu cu.
É difícil dizer não para um pedido desses, então começo a socar ela ainda de quatro, primeiro devagar e depois mais forte e rápido. Admito aqui que minha coordenação motora não é das melhores, tenho alguma dificuldade em manter um ritmo mais uniforme nessa posição, então voltamos para o PPMM. Aqui estou no meu terreno e começo a meter bem fundo enquanto sinto a buceta molhada dela batendo contra a minha barriga a cada estocada que dou em seu cu. Vou aumentando a velocidade, até que não consigo mais segurar e jorro forte na camisinha.
Depois disso ficamos o restinho de tempo que ainda sobrava revezando entre conversar amenidades, explicando para ela sobre minha trombose e meus lipomas, e mais beijos espetaculares daquela língua bifurcada. Meu tempo se esvai, tomo meu banho e parto para casa. Saio moído, sexo com a Juhly é pra quem tem disposição, mas saio feliz.
