http://pariscafe.com.br/night_club/
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Fui na Paris Café, uma casa que posso chamar termas!?, local aprazível, super bem frequentado, segurança ótima e fiquei surpreso ao perceber que rostos que sempre vi no meu bairro frequentam aquele local.
Fui La para beber, trocar ideia, jogar conversa fora e me divertir com essa galera de fim de semana que convivemos na pelada e na sueca acerca de 5 míseros anos...
Evidentemente que vi, potrancas lindas desfilando por lá e uma morena clara, parecia uma daquelas do Faustão me chamou atenção e a dita cuja sorriu pra mim...Pensei: -“F.U.D.E.U.!”...mas ficamos de boa trocando ideia, gargalhadas eu de pinto duro e ela se mantendo simpática e gentil, encantadoramente sensual...Horas passaram, bebi, me diverti e não comi ninguém ali ate então..
Certo dia após, nessa passada semana precisei sair de casa para comprar itens básicos, e me deparei com a minha vizinha de uns 30 e poucos anos, que havia se mudado há um mês e pouco, porém, ainda não havíamos nos conhecido por causa do tamanho de nosso condomínio, ela estava tentando fazer o carro dela funcionar. Me ofereci para ajudar e quando ela levanta a cabeça e olha para mim, a reconheci na hora..(era a morena da Paris Café, Claro que fiquei na minha!).. ela se apresentou e se chamava "N*****a" (na Termas me disse CLÁUDIA, com certeza seu nome de guerra e que aplicarei aqui), e me explicou que aquele carro (ela têm dois na casa dela) já estava parado a mais de 2 meses e muito provavelmente a bateria estaria arriada. Realmente esse era o problema, como tenhp o equipamento com cabo e aparelho de recarga em minha casa coloquei no carro dela pra pegar uma carga.
Já que demoraria um pouco, avisei para ela que iria ao mercado rapidamente, e descobri que ela também iria, ofereci uma carona e ela aceitou. Passamos bem rápido no mercado e voltamos pra casa, já que a carga demoraria um pouco, ela educadamente me ofereceu um café, eu aceitei e ficamos conversando durante uma hora até a bateria carregar. Com a bateria carregada ela me agradeceu e cada um seguiu sua vida.
Porém desde aquele dia, devidamente apresentados, sempre que nos encontramos (caminhamos com nossos cães dentro do condomínio e como eu já estava de “bizú comecei a observar a hora em que ela saía e fiz por onde para que o “inevitável” encontro ocorresse...hehehe), ela sempre simpática puxava papo. Em uma dessas conversas, ela explicou que havia se mudado pra Barra pois seu marido que trabalha em uma empresa de engenharia fica 15 dias embarcado e ela faz pós graduação em faculdade do nosso Bairro, bem próximo ao condomínio.
Um dia minha mulher e filhas saíram como habitualmente, antes de mim e ela bateu na minha porta e me convidou para comer uma torta que ela havia acabado de fazer e também me pediu ajuda para configurar o notebook dela, pois ela começaria a ter aulas da faculdade online. Sempre vi a "CLAUDIA" (N*****a) no condomínio com roupas de moletom e de calça, porém naquele dia ela usava um short rosa, bem curtinho e um top preto.
Naquele momento percebi o belo corpo que havia visto na Paris Café, seios fartos, belas coxas, muito provavelmente frequentava academia.
Conversamos a tarde toda, ela contou que se sentia sozinha e que não conhecia ninguém nesse bairro já que morava em outro município devido a lotação de seu marido e que ainda não tinham planejado ter filhos, e que desde sua mudança só conhecia a mim, e a funcionaria que trabalhava em sua bela casa, quando notei que estava quase na hora de retorno de minha mulher e filhas, me despedi e ela então me abraçou de maneira calorosa e agradeceu por fazer companhia para ela durante aquelas horas e ter ajudado com o notebook.
Já que não havia nada a perder, pedi o número dela pra que a gente pudesse conversar pelo whatsapp, e assim foi durante alguns dias, até o papo tomar um rumo mais caliente, quando disse que minha mulher viajaria com minhas filhas para participar de um congresso de sua área de trabalho naquele fim de semana... E o marido dela estava embarcado em Macaé..
Nesse sábado pela manha, ela me chamou para ajudar novamente a configurar o notebook, ela havia acabado de fazer uns exercícios e foi tomar uma ducha, mas fazia questão que continuasse arrumando o notebook. Certo momento ela me chamou e disse precisar de um favor, havia esquecido a toalha em cima da cama (propositalmente) para que levasse para ela. Bati na porta e ela então falou para que entrasse de olho fechado no banheiro que não haveria problema, entrei de olhos fechados ela pegou a toalha e se enrolou e então disse:
- Já que está aqui, porquê não aproveita para tomar uma ducha hein? Enquanto eu preparo um lanche.
Não tive escolha (e também jamais renunciaria a isso...hehehehe) ela me arrancou a camisa e me empurrava gentilmente para de baixo do chuveiro. Ela saiu e disse que já levava uma toalha. Como já estava molhado, acabei por entrar no chuveiro mesmo de roupa e tudo, esperando a sacanagem começar por ela, afinal estava dentro de sua casa. Ela voltou vestindo um biquíni e então disse:
- Mudança de planos. Vou deixar lanche pra depois, vou ficar mais um pouco no chuveiro.
Ficou do meu lado debaixo do chuveiro. E perguntou o que estava esperando para beijá-la. Ficamos uns 3 minutos nos beijando com a água quente caindo em nossas cabeças, até que ela tirou a roupa dela e também tirou a minha.
Puxou a minha cabeça em direção ao seus fartos seios. Quanto mais eu me deliciava, mais ela pedia para ir mais rápido. Desligamos o chuveiro e seguimos em direção a cama. Ela se deitou de pernas abertas, mais que imediatamente comecei a lhe tocar gentilmente, massageava seu clitóris com uma mão enquanto a outra revezava entre seus lábios e o bico de seu peito. Comecei de maneira bem devagar a chupar seu clitóris, e dava beijos molhados em seus lábios vaginais. Ela se contorcia de prazer, e implorava calorosamente que lhe penetrasse, mas antes ela se levantou me deitou em sua cava e veio por cima beijando meu corpo e começou a me chupar. Nunca havia sentido tanto prazer em um oral, como senti naquele dia, ela fazia uma garganta profunda que a sensação era de que estava sendo sugado tudo de mim. Ela se virou e fizemos um maravilhoso 69.
Continuei deitado e ela devagar veio por cima e com uma das mãos rasgou a camisinha que ela tinha em mãos e colocou no “monstro” para a penetração e encaixou gostoso, ficamos naquela posição por um tempo, depois ficamos num papai e mamãe, ela se mexia com muita intensidade e puxava minha nuca, pedindo pra que fosse mais rápido e mais forte, depois ela pediu que lhe penetrasse de quatro. Ela ficou de quatro enquanto segurava a cabeceira da cama, eu lhe penetrava de maneira efusiva e lhe dava tapas em sua bunda, ao mesmo tempo que ela se auto amordaçou para abafar seus gemidos. Depois ficamos em pé ela se jogou em meu colo, encostamos na parede e ela quicava ferozmente como uma leoa. Depois ficamos calorosamente transando agarradinhos na cama por um bom tempo. Ela finalizou com um maravilhoso oral, descansamos um pouco e continuamos transando a noite inteira.
Acordamos na manhã seguinte, tomamos uma ducha juntos, e mais uma vez transamos em pé debaixo da água quente de seu chuveiro.
Dia de sol de “Brigadeiro”(*méritos), ficamos juntos na piscina bebendo, transando nos beijando, conversando, nos divertindo, almoçamos e no fim daquela tarde de domingo nos despedimos e voltei para minha casa, que é a terceira da mesma rua. Depois daquele dia conversamos durante horas por mensagem, e até tivemos outra noite de prazer com a presença da diarista que trabalhava em sua casa, uma mulata tão sensacional quanto Cláudia, mas isso é uma história, pra outro dia, em outro relato dessa musa da Paris Café, minha vizinha, que sorte!
Ao final, confessei-lhe que ja a conhecia e paguei seus honorarios, que ela exitou em cobrar, mas assim acertamos como bons vizinhos e amicíssimos que nos tornamos, daqui para a frente...
E continuamos bons vizinhos, nos bebendo sempre que podemos no nosso 69 intenso e gostoso, e nos comendo também; muitas das vezes apenas com nossos olhos que se cruzam no secreto, quando estamos acompanhados de nossos companheiros de “todo o sempre”.
Honras!