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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
Venho, por meio desta mensagem eletrônica, detalhar o log da minha última missão. Fui designado mais uma vez a comparecer ao território de coordenadas correspondentes ao código 0X-AA37, porém, para um nível diferente: o L17.
Esse é um embate que ficou perdido no espaço/tempo, mas resgatei o arquivo para poder compartilhá-lo. É um relato extenso, diretamente proporcional à habilidade da minha combatente.
Sabia que esta missão seria de alta periculosidade pois, como relatam as lendas, quem adentra os domínios de Fernanda Carvalho, raramente retorna com sua sanidade intacta a ponto de trazer detalhes relevantes.
Ao receber a liberação da Torre de Controle, atraco minha Fragata Calamari de modelo MC-30c, adentro o recinto sem ser notado pelos guardas e começo a subir os níveis até o meu destino.
Fico parado em frente à entrada do covil de minha adversária e faço um check de segurança antes de apertar o comunicador que liberaria minha entrada. Assim que atravesso o portal, sou atacado pela guerreira, que me agarra e me dá um abraço apertado, quase esmagador, seguido de um beijo. Sinto que já estou sendo subjugado logo no início do duelo. Na mesma hora me recordo da frase que me tornou célebre na rede mundial de computadores deste planeta: "IT'S A TRAP!"
Impossível não sucumbir aos seus encantos. Fernanda é linda, de altura mediana e corpo atlético. Praticamente uma espartana, mas sem exageros.
Sou conduzido pela minha adversária até a segunda escotilha de sua instalação. Ela vai caminhando na minha frente, vestida apenas com um vestido de tecido de rede vermelho e uma micro-calcinha branca. Esta peça era quase imperceptível, pois sua BUNDA COLOSSAL fazia este pequeno adereço praticamente sumir.
Conversa rápida, sobre alguns detalhes técnicos da nossa arena de combate e vou para o banho, já pensando na peleja vindoura.
Ao voltar, o combate se inicia logo de cara, com ela se entregando totalmente aos beijos e às carícias, enquanto exploro seu corpo detalhadamente esculpido, que tem um único propósito: a perdição de quem se atrever a encarar este desafio.
De pé, ao lado da cama, eu retiro seu vestido e parto para seus seios turbinados. Paralelamente, vou apertando sua bunda. Ela é dura, com pele sedosa e lisinha.
Começo a bolinar seu centro de prazer, que já se encontrava quente e úmido. Ela geme baixinho e fica ainda mais úmida. Coloca uma das pernas em cima da cama, para me deixar com ainda mais opções de estímulos. Ao perceber seu grelo avantajado, eu a convido para deitar na cama pois eu precisava colocar minhas técnicas orais em prática.
Dedico alguns minutos nesta modalidade, enquanto ela se abre por inteiro, geme, fala palavras excitantes e mexe seu corpo inteiro. Vou intensificando os movimentos, colocando um dedo lá dentro. Ela geme mais alto e seu corpo treme. De repente, ela me chama para um beijo, pois diz que quer sentir seu gosto na minha boca.
Eu ainda vestia minhas cuecas, ela pede pra eu me deitar e arranca esta peça com força, partindo para um boquete arrasador. Sugava, chupava, lambia, engolia e beijava, numa sequência intensa e perfeita. Digo que quero chupá-la também. Ela se vira, direcionando suas ancas para o meu rosto. A visão desse grelo é dessa bunda gigante se aproximando do meu rosto é mais uma lembrança que levarei comigo até o dia do meu último suspiro.
Continuamos com os estímulos mútuos mas estava percebendo que entregaria os pontos em breve. Peço para vestir meu equipamento de segurança e ela parte para uma cavalgada vigorosa. Nossos corpos se chocavam, fazendo o som característico do bate-estaca. Ela gemia e continuava me assolando com seus movimentos. Pedi para reduzir o ritmo, pois ainda não queria me entregar. Ela se ajoelha e continua por cima, rebolando. Vou apertando seu corpo delicioso, enchendo minhas mãos com seus seios e bunda. Ela se lembra de um questionamento que fiz em nosso primeiro contato e decreta: "Quero que você goze no meu cu!".
Ela se posiciona D4 e começo a penetrá-la pela vagina. Ouço gemidos mais altos de minha oponente, que joga seu corpo para trás, intensificando as estocadas. Mais uma vez, sinto que vou entregar os pontos e desacoplo. Ela entende o sinal e já pede que eu faça nova acoplagem em território ainda inexplorado. Aponto para a entrada, vou empurrando e seu cu me engole por completo. Os movimentos se iniciam de forma bem intensa e percebo que o fim desse round é inevitável. Ejaculo forte, urrando e sentindo o orgasmo fantástico que Fernanda me proporcionou.
Tivemos mais 4 rounds, mas se eu descrevê-los aqui, com certeza estourarei os petabytes restantes deste log. Alguns highlights:
1. anal sem miséria em todos os rounds, sendo que em dois deles, ela estava de pé, se abrindo toda com as mãos e me chamando para penetrá-la;
2. sentada de costas onde pude apreciar em ultra-HD a sua bunda;
3. os orgasmos dela, um com mais uma sessão de oral nela e outro com ela sendo invadida por trás, de forma violenta. Esse round foi finalizado em sua boca deliciosa.
Todos os rounds foram entremeados com conversas agradabilíssimas, onde minha desafiante demonstrou desenvoltura e simpatia o tempo todo.
Acredito que em seu território, ela deva ser promovida à posição de DEIDADE. Não seria exagero algum.
Após essa aventura extensa, chega a hora de vestir meu uniforme, acertar o repasse do numerário referente aos meus tributos e seguir meu caminho. Faço os cálculos para não ser tragado por uma supernova e acelero, rumo ao infinito.
Que batalha, jovens rebeldes!!! QUE BATALHA!!!
Saudações cordiais.
SAVE THE REBELLION!!! SAVE THE DREAM!!!!