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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
HO HO HO
E aí, meu povo? Para quem queria mais uma narrativa das aventuras do Bom Velhinho, a espera acabou. Bora lá!
Depois de conversamos no Twitter e, posteriormente, no WhatsApp, finalmente marcamos nosso enrosco. Prometeu me receber com uma lingerie especial. Juntando com as indicações dos confrades LP e Dionizio, foi o suficiente para ficar na ansiedade até o dia marcado.
Chego no Centro, ainda encontro os dois camaradas citados acima. Acompanhei ambos em umas taças de vinho e depois parti rumo ao meu compromisso. Mando mensagem para saber o número do apê e prontamente sou respondido. Assim sendo, lá estava eu nos corredores escuros da Castlevania novamente até chegar ao seu ninho de amor.
Antes da porta abrir, ouço gargalhadas do outro lado. Era ela rindo ao ver pelo olho mágico que eu estava de gorro (como sempre faço). Depois que abre a porta, sou recebido por essa lindíssima morena numa lingerie branca (que evidenciava ainda mais a bela cor de sua pele) e um saltinho que a deixou quase do meu tamanho. Nos abraçamos e beijamos calorosamente. Peço uma água enquanto conversamos. Na sequência vou ao banho e na volta, depois de mais beijos deliciosos, hora de pagar minha promessa: fazer uma massagem.
Promessa cumprida, ela se vira e pergunta: "Onde você aprendeu a fazer essa massagem?". Respondi: "Agora, no banho!". Mais risos.
Seguimos com beijos e retirada das peças de roupa que ainda nos cobriam. Seu cheiro inebriante me deixou doido e comecei a percorrer seu corpo, beijando e lambendo, até chegar em sua bucetinha. E que delícia! Ela gemia baixinho, se contorcia discretamente e rebolava na minha boca. Não demora muito e ela goza gostosinho.
Subo beijando seu corpo até chegar ao seu pescoço e me deito ao seu lado enquanto ela se recupera. Fomos conversando e nos acariciando, o tesão aumentando. Rudolph logo fica em posição de combate e Izzy não perdeu tempo: ficou de quatro na cama de lado pra mim enquanto fazia um oral implacável. Estava tão bom que por momentos deixava de apreciar o seu belo corpo e revirava os olhos. Já sentia fraqueza nas pernas quando peço que ela venha por cima (até porquê pra mim, sem chances de ficar na posição inversa).
Crianças, quase que o Bom Velhinho é derrotado quando nos encaixamos. Já comecei a me concentrar daí, senão não aproveitaria mais nada. Ela mexe de forma cadenciada, com uma expressão no rosto de quem estava gostando tanto quanto eu. A seguro pela cintura e pelos seios até quando ela se curva e nos beijamos. Depois ela desce e volta para o oral. Lembram que antes eu tinha dito que era implacável? Nessa hora fiquei sem saber como adjetivar o que ela fez, literalmente acabou comigo e gozei demais.
Peço um copo d'água, tomo um banho (enquanto ela tirava as fotos abaixo) e conversamos só um pouquinho porque o tempo estava prestes a estourar. Me despeço daquele monumento de mulher e sigo os corredores ainda impregnado do seu perfume e de sua aura.
Aguardando o elevador, fico pensando e rimando: meto o pé ou paro no Zezé? A porta se abre e dou de cara com ela ...
