07 de fevereiro de 2022 às 22:12
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Um bipe no celular, ignoro. Segundo bipe, ignoro. Terceiro bipe, tenho que olhar quem me chama com insistência.

“Você está intimado a vir para uma segunda sessão do seu tratamento com massagem. Venha hoje ainda, sem desculpas. Você escolhe a hora.”

Era Carol. Só a Carol poderia ter esse carinho de me convocar e ainda me deixar escolher o horário. Falam sobre repetecos de TDs, com a Carol irei escrever sobre todos os encontros. Carol é uma potranca, uma dinamarquesa que nasceu nos trópicos. Loira pedaçuda, alta, corpão, seios generosos e firmes, uma mulher que mais parece um banquete no Palácio de Buckingham. Carol é a rainha das rainhas.

Realmente, ela me orientou a retornar para reforçar a massagem nos meus pontos de tensão, manter os nódulos desfeitos. Sou recebido com o mesmo carinho da primeira vez, sou conduzido à pequena câmara do prazer, recebo uma toalha ensacada e banho.

Volto e primeiro a Carol desfaz a tensão da minha língua, com beijos profundos, sem frescura, sem medo, beijos em que os lábios quase terminam em um nó cego de tanto que se esfregam. Eu me deito e sinto o primeiro toque das mãos potentes de Carol começando a massagear meus pés. Galera, é uma viagem, vou no paraíso e volto umas trezentas vezes. Que massagem. Que mulher. Carol segue por etapas, sobe para as pernas, esbarradas no saco de Pikachu, o breve e alcança o meu castigado cóccix. Neste momento, é como se eu visse Deus me perdoando por todos os pecados que cometi, as vigas da perimetral parece que são encontradas e içadas das minhas costas, inicia-se uma sensação de leveza quase sobrenatural. Carol é a feiticeira da massagem.

O processo continua, pega o meu pescoço, cabeça e quando dou por mim, parece que todos os músculos do meu corpo desapareceram, o corpo está num relaxamento absoluto. O clímax começa aqui, Carol pega Pikachu, o breve, coloca na boca e inicia o seu boquete UFC, que vem para nos nocautear em poucos segundos. Dessa vez, resisti, mas ela não desiste. Quando meu pênis já estava quase sofrendo uma erosão pela saliva, pedi que ela me tocasse uma punheta alternada com o boquete, o famoso punhequete. Ela não refuga. Acredite, forista sem fé, gozei até o chimpanzé que fez parte do meu processo evolutivo. Morri para ressuscitar uns 3 minutos depois.

Batemos um papo, Carol me informa que irá se tornar anunciante VIP do Arena, eu a parabenizo e me despeço. Maravilhosa.

Ganho as ruas e o crepúsculo da bucólica e incomparável Tijuca. Minha vontade foi entrar na igreja ao lado e agradecer a graça concedida. De tão leve, não caminhei, voei para a minha caverna do ancião. Ave, libertinos. Reverência