20 de Janeiro de 2022 às 22:16
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

O calor do entardecer estava tão fumegante que faria o frango de padaria pensar que estava dentro do ar-condicionado enquanto rodava na assadeira, dourando o nosso paladar. Estacionei o Sucatão na rua Senador Dantas, a missão deste relato é óbvia, descrever mais um encontro com Isadora.

Quando meu pai faleceu ano passado, senti uma solidão que nunca havia sentido em toda a minha vida, logo eu, tão afeito a solidões. Foi uma sensação massacrante, de total desolação, algo que talvez nem fosse solidão, mas um sentido de abandono. Depois disso, passei a dar muito mais valor as conexões que alcançamos na jornada. É muito raro eu me sentir conectado a garotas de programa, raríssimo. Com Isadora, a conexão acontece, é uma mulher que tem vocação para romper nosso firewall e nos proporcionar o prazer da companhia.

Este TD será curto porque tudo já foi dito sobre esta mulher fabulosa que é a Isa. Quando entrei em sua sala, ela estava emoldurada por um biquine sensualíssimo, que exibia suas formas exuberantes e protuberantes. Cheguei beijando na boca, puxando para perto, tirando a roupa e deitando na cama. Foi um encontro que resvalou muito mais para o namoro do que para o sexo. Em determinado momento, ela me faz uma pergunta.

— Posso te mostrar uma coisa?

— Pode, claro.

Ela se levanta, pega o controle remoto da TV e sintoniza um vídeo pornográfico em que uma jovem se entregava para dois homens. Isadora deitou-se ao meu lado e começou a se masturbar assistindo às cenas enquanto também me masturbava, seu rosto transfigurado em uma expressão de cachorra, daquelas que fazem sexo porque gostam de sexo, gostam dos desvios, dos pecados mais extravagantes da carne.

Admito, afeiçoado forista, não consegui me segurar por muito tempo. Isadora lambia os lábios, gemia alto enquanto tocava a própria vagina, sua outra mão levantava meu pau num ritmo cadenciado, falava umas sacanagens, pedia que eu a chamasse de puta. Gozei. Gozei horrores e fiquei estatelado no colchão como alguém seviciado por uma vampira.

Conversamos amenidades após a explosão dos corpos, deixei de presente para ela um dos meus livros (se irá ler, não sei), namoramos um pouco mais, ultrapassei o tempo regulamentar e me despedi. Quando saí do AA37, tive a impressão de ver a JUHLY ZOMBIE em uma mesa daquele boteco ao lado do prédio, toda estilosa, de chapéu. Deu vontade de subir novamente, agora com ela.

Isadora, com certeza, é uma das melhores escolhas do momento. Ave, libertinos. Reverência