08 de Janeiro de 2022 às 12:09
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Sexta-feira, venci a preguiça, alguns percalços da rotina diária e peguei um táxi para o Centro. Chovia fino, céu carregado de nuvens recheadas de chumbo, causando a sensação de que o teto imaterial da cidade desabaria a qualquer momento. Maya sempre foi uma mulher que, por gentileza ou sorte, nunca me negou um horário quando a contactei, e todos sabemos o quanto ela é solicitada. Não foi diferente desta vez. Quando perguntei se poderia me atender, ela me arrumou um ótimo espaço na agenda. Sempre fico feliz quando me oferecem a ilusão de que sou cliente preferencial, é o mínimo que um velho forista que escreve em fóruns espera das garotas que procura. Infelizmente, são raras as que possuem sensibilidade comercial, dão mais valor à agenda do que ao valor do indivíduo.

A Cinelândia estava no mesmo marasmo cotidiano, com a ilha de movimento resgatada pelo bar Amarelinho. Tenho padecido de uma imensa indisposição para me deslocar para outros bairros, a bucólica Tijuca vai se tornando cada vez mais a minha ilha, o meu paraíso inescapável, mas a Maya é uma promessa de deleites que merecia o meu deslocamento.

Acredito que tenha sido o meu terceiro encontro com a famosa Gueixa e posso garantir que foi o melhor de todos. Talvez, a intimidade tenha aprimorado a nossa sintonia, que já era ótima, mas agora alcançou o patamar supremo. Que mulher excepcional é a Maya, que capacidade de entrega ela possui, agrega às tantas virtudes que possui o senso de humor, a leveza e a liberalidade que eu tanto valorizo nas mulheres. É maravilhosa. Posso ousar dizer que nesta última sexta-feira experimentei uma das melhores experiências sexuais da minha longa jornada libertina, não sei se existirão outras que possam superar os prazeres que a Maya me ofereceu. Foi tão forte que fiquei arriado, não consegui comparecer à resenha da galera. É a top das tops atualmente.

Quando cheguei em frente ao AA37, não me lembrava o número da sala. Fiz contato com a Maya, mas a demora na resposta levou-me a arriscar ir a sala onde fui atendido no último encontro. Embarquei no elevador e subi ao décimo sexto andar. Toco a campainha e nada; toco novamente e a porta continuou me encarando com cara de porta; na terceira tentativa, a fechadura fez um ruído metálico, a porta se abriu levemente e a metade de um rosto de mulher emergiu com o olhar intrigado pela pequena fresta revelada.

— Oi? — a menina me perguntou.

A garota era pequena, reparei que tinha longos cabelos negros e olhos magnéticos.

— Estou procurando a Maya. Ela está?

— Ela não está mais nesta sala.

— Não?! — meu rosto deve ter estampado a surpresa do idiota.

— Não.

— Tá bom, me desculpe e obrigado.

Comecei a me encaminhar de volta para o elevador, desolado e constrangido.

— Psiu!... — a menina da sala errada me chamou pela mesma fresta e retornei.

— Você me chamou? — perguntei.

— Sim. A Maya não atende aqui, mas eu posso te atender — terminou a frase e abriu completamente a porta, revelando um suculento corpo desnudo, coberto somente por uma microscópica calcinha e escancarando os seios em forma de pera com biquinhos que apontavam para o plano celestial. Girl9

Admito, afeiçoado forista, estremeci diante daquela paisagem inesperada. Fiz uma rápida entrevista e a menina se mostrou liberal, o cachê em torno dos 150 reais e uma certa timidez aparente que completava a beleza e a sensualidade. Ainda preservo a minha ética como cliente, expliquei a garota que tentaria um novo contato com a Maya antes de aceitar a proposta que ela estava me fazendo.

— Qual seu nome? — perguntei.

— Lara. E o seu?

— Dante, me chamo Dante.

Peguei o telefone, prometi voltar e fui outra vez atrás da Maya. Finalmente, consegui resposta, ela realmente estava em outra sala, me passou o número e parti ansioso para o encontro. O resto da história é inenarrável, como são todas as experiências sublimes. Yes