BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
A Cinelândia estava no mesmo marasmo cotidiano, com a ilha de movimento resgatada pelo bar Amarelinho. Tenho padecido de uma imensa indisposição para me deslocar para outros bairros, a bucólica Tijuca vai se tornando cada vez mais a minha ilha, o meu paraíso inescapável, mas a Maya é uma promessa de deleites que merecia o meu deslocamento.
Acredito que tenha sido o meu terceiro encontro com a famosa Gueixa e posso garantir que foi o melhor de todos. Talvez, a intimidade tenha aprimorado a nossa sintonia, que já era ótima, mas agora alcançou o patamar supremo. Que mulher excepcional é a Maya, que capacidade de entrega ela possui, agrega às tantas virtudes que possui o senso de humor, a leveza e a liberalidade que eu tanto valorizo nas mulheres. É maravilhosa. Posso ousar dizer que nesta última sexta-feira experimentei uma das melhores experiências sexuais da minha longa jornada libertina, não sei se existirão outras que possam superar os prazeres que a Maya me ofereceu. Foi tão forte que fiquei arriado, não consegui comparecer à resenha da galera. É a top das tops atualmente.
Quando cheguei em frente ao AA37, não me lembrava o número da sala. Fiz contato com a Maya, mas a demora na resposta levou-me a arriscar ir a sala onde fui atendido no último encontro. Embarquei no elevador e subi ao décimo sexto andar. Toco a campainha e nada; toco novamente e a porta continuou me encarando com cara de porta; na terceira tentativa, a fechadura fez um ruído metálico, a porta se abriu levemente e a metade de um rosto de mulher emergiu com o olhar intrigado pela pequena fresta revelada.
— Oi? — a menina me perguntou.
A garota era pequena, reparei que tinha longos cabelos negros e olhos magnéticos.
— Estou procurando a Maya. Ela está?
— Ela não está mais nesta sala.
— Não?! — meu rosto deve ter estampado a surpresa do idiota.
— Não.
— Tá bom, me desculpe e obrigado.
Comecei a me encaminhar de volta para o elevador, desolado e constrangido.
— Psiu!... — a menina da sala errada me chamou pela mesma fresta e retornei.
— Você me chamou? — perguntei.
— Sim. A Maya não atende aqui, mas eu posso te atender — terminou a frase e abriu completamente a porta, revelando um suculento corpo desnudo, coberto somente por uma microscópica calcinha e escancarando os seios em forma de pera com biquinhos que apontavam para o plano celestial.
Admito, afeiçoado forista, estremeci diante daquela paisagem inesperada. Fiz uma rápida entrevista e a menina se mostrou liberal, o cachê em torno dos 150 reais e uma certa timidez aparente que completava a beleza e a sensualidade. Ainda preservo a minha ética como cliente, expliquei a garota que tentaria um novo contato com a Maya antes de aceitar a proposta que ela estava me fazendo.
— Qual seu nome? — perguntei.
— Lara. E o seu?
— Dante, me chamo Dante.
Peguei o telefone, prometi voltar e fui outra vez atrás da Maya. Finalmente, consegui resposta, ela realmente estava em outra sala, me passou o número e parti ansioso para o encontro. O resto da história é inenarrável, como são todas as experiências sublimes.