BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - COM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Avistei no salão do lupanar esta delícia que atende pela alcunha de Mayara. Ela é loirinha, baixinha (cerca de 1,65m), seios de pequenos para médios com os bicos rosadinhos, bundinha de tanajura, rostinho com sardas e corpinho mignon bem proporcional a estatura dela, tem uma barriguinha pouco saliente que não atrapalha em nada o conjunto. No "pré-atendimento" me disse que tinha 32 anos e 2 filhos(!), porém ninguém diz. O corpo dela é lisinho, não vi estrias, celulites ou marca de uma possível cesária.
A chamei para a masmorra (sim, não é só porque é Termas que não tem masmorra, aqueles lupanares de Madureira são bem trash) e aproveitei para fechar minha conta na casa. Paguei R$56,00 pelo programa de meia hora, incluindo umas 5 cervejas (nem lembro mais quantas eu bebi) e a entrada. O custo x benefício foi razoavelmente bom.
Adentramos a masmorra, que não é muito diferente das que tem na VM, tem um pouco mais de espaço, com uma daquelas camas de concreto bem grande ("de casal", vamos dizer assim) com um colchão que mais parece um tatame e umas divisórias de madeira. Ela levou uma canga para fazer de lençol.
Demos inícios aos trabalhos, ela foi logo ficando peladinha na minha frente, beijei-a e mamei seus seios feito um bebê faminto, ela pediu para ir devagar pois os seios dela são bem sensíveis. Eu ficava alternando entre beijos na boca e rosto, mamada nos seios e masturbação nela, a safadinha pegava minha mão e colocava na buceta dela para eu masturbá-la. Porém ao beijar o corpo dela notei um gosto salgado, provavelmente proveniente do suor da garota pois a boite não tem ar condicionado (trash é foda eheheh). Iniciou um boquete muito bom apesar do capote, chupava com muita vontade, cheguei a forçar a cabeça da garota pra ver se rolava uma garganta profunda, mas nem rolou. Depois de um tempinho chupando, me ofereceu a bucetinha de quatro, meti com vigor e ela me provocava, falava sacanagens e rebolava aquela bundinha de tanajura no meu pau.
Depois ela cavalgou de costas, de frente, comi também de lado, de quatro de novo e ppmm. Quando o programa estava quase terminando (e ela achando que já tinha terminado) gritou da masmorra perguntando quanto tempo ainda faltava pra cafetina. E a rufianista com uma voz insuportável gritou de volta: “Três minutos!” A partir daí começou com aquele ppp chato: “Ui, goza amor!”, “Vai, me soca até gozar!”. A insuportável gritou “Mayara, acabou!” e eu não tinha gozado ainda. Estava comendo-a de quatro, então virei-a, coloquei a perva deitada e iniciei um ppmm com direito a fortes estocadas e muitos gritos e urros de ambas as partes. Gozei aos 48’ do segundo tempo.