BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Foi guiado pela vontade da deusa até seu templo máximo: Sol Sanctum, conhecido neste idioma bárbaro como Termas Solarium. Mal sabia ele que uma década depois estaria lá novamente, mais uma vez completamente alcoolizado, torrando seu dinheiro suado em uma casa superfaturada...
Início: Fui convidado por 4 amigos de adolescência à uma breve reunião, sem aglomeração, em um restaurante japonês na periferia do bairro Jardim Botânico, na infame rua J.J. Seabra. A brincadeira foi regada a muito saque, muito mais do que deveria, muito além do que o corpo envelhecido suportaria mas exatamente o que a alma precisava.
In vino veritas e assim que álcool bateu haviam 5 indivíduos que olhavam para um toldo sobre uma porta com luz azul, localizado do outro lado da rua. Dois deles prontamente arregaram afirmando que precisavam retornar ao lar abandonado e pagaram a conta. Um terceiro levantou e saiu Cambaleando em direção ao ponto de táxi, deixando seu débito para ser liquidado pelos 2 guerreiros restantes. Bravamente se dirigiram ao templo da perdição, impávidos, resolutos. Tristemente, ao entrar no recinto, este que vos fala se viu sozinho, dentro da masmorra azul. A falange protetora havia sido completamente quebrada e somente um se aventurou através da porta, o verdadeiro filho de Fortuna...
O Templo: Duas senhoras fazem o serviço de secretariado na entrada, falando sobre o custo da brincadeira. Este foi amplamente ignorado pelo centurião ébrio a quem elas se dirigiam. Recebi a chave onde guardaria meu parco cabedal e seria adornado com a indumentária correta para os ritos: chinelo e roupão. Segui pelo corredor térreo, passando por uma cafeteria, com poltrona e cubos para esticar as pernas. Fui ao banheiro onde limpei corretamente o corpo pois mesmo, bêbado como um gambá, eu sabia que neste dia, seria eu o sacrifício. O banheiro é grande, coletivo, tinha toalhas, espuma de barbear e lâminas novas, com as quais tirei porção que capim ralo que crescia ao redor do cavanhaque. O local tem uma sauna, onde este pudim-de-cachaça se recordava de ter passado um bom tempo, em tempos imemoriais. Infelizmente a vigilância sanitária não permitia seu funcionamento no estado atual de pestilência.
O Ritual: Juntei coragem e ascendi a escada que levava ao cadafalso onde o meu orgulho e minha vida financeira seriam executados. O salão principal do Sol Sanctum estava cheio de sacerdotisas para todos os gostos, cada uma mais bela que a outra. Altas, baixas, magras, cavalas, MILF, ninfetas. Tinha para todos os paladares mas não para todos os bolsos. Além de mim havia somente mais 2 clientes que se entreolhavam com cara de cú. O templo havia aberto há menos de 15 minutos. Já emburrecido pela embriaguez fui até o bar e pedi uma dose de meu maior veneno: Jack Daniel’s.
As sacerdotisas, antes entediadas com recinto, ficaram ouriçadas com a chegada de nova carne sacrificial e deram início ao desfile silencioso (nem todas). Uma se aproximou, sentou do meu lado, estendeu a mão tal qual uma donzela e disse-me: prazer, Rafa. Eu quis dizer que era mentira mas ainda mantendo decoro, identifiquei-me. Baixinha mas portanto um salto ridiculamente alto, como todas lá. Belos peitos com silicone, bela bunda firme, coxas grossas, olhos de um castanho muito claro, beirando o verde. Beijava com pressão ímpar, como uma sereia querendo arrancar a alma do marinheiro incauto pela boca. Após um tempo que não posso precisar indaguei a pura dama sobre a alcova do ritual derradeiro. Subimos, fui informado novamente do valor exorbitante do negócio. Como para o cachaçudo toda merda é pouca merda, aceitei pegar o quarto maior e mais caro.
Ainda ciente do tempo restrito fiz um oral breve na moça, só para dar a partida e ganhei uma chupada quase sobrenatural. Conseguia, em paralelo línguar as pedras enquanto a mão envernizava o bastão. Era como se tivesse colocado o pau no cano do aspirador de pó, mesmo com a perda de sensibilidade causada pelo nível etílico. Começamos no PpMm, com ela socando de cima pra baixo de forma sincrônica ao meu movimento pélvico. Embebido pelo espírito do centuriões que fizeram Roma grande, pedi a rabiola da pipa. Começamos de ladinho para a moça acostumar, revertendo-se para ela de bruços, onde continuei até finalizar o rito. Tomamos um banho rapidamente e parti para baixá-la, mesmo sabendo que o tempo estaria próximo de acabar. Deslizei a mão até a zona do agrião e comecei a dedilhar seu sino da lascívia, o qual estava bem entumecido apesar de pequeno, e “água” do prazer minava pelo vale da felicidade. Quando a menina se aproximava do ápice o telefone toca (sim senhores, tem isso nos quartos) avisando que era o fim. Ela ignora o aparelho até que termine seu momento. Atende ofegante dizendo que já vai sair e respira por um minuto. Já conformado com o fim, não esperava o milagre. A dama rodando que me deite dizendo: eu tenho que te agradecer. Começa um oral voraz com punheta em paralelo, finalizando tudo na boca e engolindo. Tal maestria só pertence ao mais alto padrão clerical de Fortuna e a deusa sabe cuidar daqueles que cuidam das sacerdotisas. Saí do quarto com pernas bambas.
Acreditando que minha epopéia estaria ali terminada, desci de volta ao saguão, agora com muito mais clientes. Decido tomar mais um Jack e aí foi quando a merda se sucedeu de verdade. Isto levou a mais outras doses deste maravilhoso líquido. Conversei com diversas garotas, fiz amizade com algumas, paguei bebidas, ajudei uma delas a tirar o diafragma incômodo (sim, isso aconteceu e não vou detalhar para evitar exposição das partes envolvidas) e entrei no trenzinho de dança das moças, puxado por japonês 100x mais bêbado que eu. No final elas me chamavam pelo nome e o bolso do roupão estava cheio de papéis com nomes e telefones. Já um mero espectro, me retiro do ambiente, que estava começando a ficar com clima de final de festa. Banhei-me e removi o traje formal, indo em seguida pagar a conta da brincadeira. Tenho vergonha de falar o valor, mas digo apenas foi preciso passá-lo no crédito. Incapaz de dar dois passos em linha reta, saio do local.
Ao sair do templo, veio a cereja do bolo. Uma das meninas pergunta para onde estou indo. Digo a rua ela me oferece carona. Fui deixado na porta de casa, com um beijinho na testa, completamente ensandecido pela noite surreal, pela embriaguez imérita e pelo inexorável problema monetário que será meu final de ano. Coroando a noite com chave de merda, me olho no espelho do elevador do meu prédio e projeto aquela golfada volumosa, que só bêbado consegue. O reflexo coberto de vômito foi auspicioso. Os papéis de contatos ainda guardo para o futuro.
Desfecho: Não sei o que dizer. Repetiria? Sim, claro? Tenho dinheiro pra repetir? Claro que não! O lugar é caro. A entrada é 120 reias e te dá direito a sorrir lá dentro. Já os preços das coisas, excetuando o rosbife sagrado das sacerdotisas, não foi tal ridículo. Isto foi mais uma necessidade de reportar a derrota/vitória e fazer um update da situação da casa. Desaconselho fortemente os confrades a seguirem por esse caminho. Não fiquem bêbados nas imediações deste lugar ou a tragédia é mais que certa. Financeiramente foi uma derrocada brutal.
Saudações e gratidão à todos os camaradas que se dignaram a ler esta imbecilidade cheia de erros de digitação.
