26 de Novembro de 2020 às 18:38
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Prólogo: Tudo tem um começo. Sempre existe aquele ponto de partida que leva à um desfecho inimaginável. Podemos encarar como um “Efeito Borboleta”. Já abandonei o caminho sujo e tortuoso do guerreiro, retornei, abandonei novamente e retornei mais uma vez há cerca de 2 semanas. Refletir sobre a fonte da minha degeneração me deixou nostálgico. Conheci a Melissa findo ano 2019, quando eu não sabia porra nenhuma sobre fórum, anúncio de acompanhantes, relatos nem nada. Não que tenha melhorado, continuo ignorante, entretanto ainda não era um degenerado. Ela me confidenciou na época que estava trilhando este caminho havia apenas 2 meses. Este nem mesmo sabia ainda que a própria vida, assim como a de todos, era guiada pelos desígnios de Fortuna. Eu era somente um rapaz que procurava intimidade, cedendo à insistência de colegas de trabalho. Um “garoto” estranho com uma leve obsessão por banheiras de hidromassagem. Agora, quase um ano depois, sinto-me compelido a buscá-la novamente. Como o salmão, que sobe o rio somente para “meter” e morrer logo em seguida, fui buscar a origem, incerto do que Fortuna havia reservado pra mim...

Início: Entrei em contato com a menina (pode xingar Melissa, nem ligo), sem saber se seria lembrado, afinal agora ela é uma estrela, arrebatou o coração e alma de vários, tem sua delgada imagem colocada em destaque no corredor de destaque de uma nobre confraria. Não esperava que houvesse recordação de um randonneur qualquer. Havia um outro impedimento moral inominável que se interpunha no caminho, mas foi expurgado, finalmente. Contrariando tudo ela ativamente lembrou de mim, lembrou do palhaço que insistentemente chamava ela de menina, ignorando seus protestos. A marcação foi feita pela manhã para a própria manhã.

Local: Ela ocupa um quarto num conhecido logradouro da Cinelândia, com direto à vista para o Municipal. A propriedade é compartilhada com outras meninas mas não senti minha individualidade violada em nenhum momento. Nem vi a cara de ninguém mais. Destaque para o chuveiro, água bem quente e na pressão.

Atendimento: Foi mais um momento dedicado à Fortuna, rota tu volubilis. Já havia desfrutado de sua companhia, mas sabe-se lá o que a fama faz com as pessoas. Ela continua a mesma. Um corpo magro, que muito me cativa, simpatia, cabelos longos e cheirosos. Não vou me ater aos detalhes performáticos, narrando as obscenidades que tanto gostamos e buscamos, porque disto já há mais que suficiente. Repentinamente me vi lançado ao passado, como um flashback de LSD, e tornei-me aquele mesmo bunda-mole de um ano atrás. Conversamos sobre os eventos que transcorreram nesse período de afastamento, mas a sensação foi a mesma da primeira vez. Cai em seus braços e o ritual à Fortuna foi consumado de forma bem natural e variada, várias vezes. Não existe termo em latim, grego, inglês, chinês, turco ou braille que tenha semiótica suficiente para descrever esse tempo. Não vi a hora passar, não vi o sol andar. Segundo Alceu Valença “foi mistério e segredo, e muito mais”. Ela é a mesma pessoa de antes, a mesma “menina” (pode ficar com raiva, vai, quero ver) que fez com que me sentisse o mesmo “garoto”. Tive até direito a um pedaço de chocolate, do qual sou dependente químico, indo um grau além do atendimento completo. Eu caracterizaria como pleno...

Conclusão: Como eu sempre digo, é uma experiência, portanto algo subjetivo. Foram 4 horas que passaram como 40 minutos. O relato foi mais curto que o costume, não pela duração do evento mas pela carência de termos para descrevê-lo. Certas coisas se tornam mais completas pelo não dito. A única coisa que me protege ainda é o coração petrificado pelo desgosto da existência. Não só repetiria, bem como esse relato já é um repeteco. Evitei contabilizar como tal porque os anteriores foram em outro tempo, outra vida. Mas ela, Melissa, permanece um presente que Fortuna deixou aos degenerados como eu.

Saudações!