02 de Setembro de 2023 às 13:31
A solução para os problemas crônicos dependerá da sua criatividade, improviso e disposição para resolvê-los.
No meu caso em específico:
1 - Logística com baixos recursos. Evento principal com a GP campeã da licitação cancelado novamente por corte de verbas, o governo federal também não repassou para mim. Alô tio Lula! Estou aqui!
2 - Tempo para lazer. Por uma situação pessoal e familiar, disponho de pouco tempo para mim até minha família se estabilizar sobre os meus cuidados e uma tragédia privativa que todo o homem sabe compreender como o dever lhe chama.
Juntando esses dois fatores havia uma emergência a ser sanada:
A insaciável vontade de comer alguém!
Para solucionar esse problema unindo o curto orçamento e a falta de tempo para dar saltos mais distantes surgiu a solução caseira nos pântanos de Big Field. No começo eu tive receio sabendo dos contras por se tratar de um anúncio de um site com credibilidade de média para baixo e por se tratar de uma apresentação muito boa diria nota 7,5 já estando dentro dos parâmetros aceitáveis apostei nesse risco alto.
Ao primeiro sinal de contato via Whatsapp, confirmei a veracidade das proposituras do atendimento, a mesma se indentifica como a GP chefe que além de atender também faz a ponte para as outras amigas. Estou lindando com uma mulher de negócios, deveras interessante.
E marquei no seu local, o controverso West Love no coração do Centro de Big Field numa movimentada estrada, portanto melhor ir de 99/Uber/Taxi para vocês que vivem perigosamente driblando os incalços e guardando seus segredos.
Esse West Love foi tudo que sobrou do West Night, uma casa noturna que tive o prazer de conhecer meu primeiro amigo de putaria, o Príncipe das Astúrias. Dedico esse TD a ele seja aonde estiver.
Chego ao local, bem simples, estacionamento amplo, mas tem que ir a pé para a recepção, os quartos ficam no corredor, antigo segundo andar da West Night, digo a Estrela que estou na recepção, aí ela me passa o número do quarto, e a recepcionista me vendo sozinho me pergunta se estou esperando alguém, confirmei que sim e ela já estava hospedada, dou o número do quarto e estamos nós dois a poucos passos de sabermos quem somos e nos conhecermos melhor. Após ligação interna, sou liberado para percorrer o corredor do abatedouro, aonde os touros bravos são amaciados pelas ninfas e sereias do pântano de Big Field. Entrei no quarto designado e ela abre a porta já me cumprimentando, sem contato físico e depois do "Oi tudo bem?" me faz uma pergunta básica:
"Quer tomar um banho?"
Eu já tinha tomado em casa, mas queria conhecer o banheiro, aceitei, recebo uma toalha seca, mas não estava ensacada, pelo menos tinha cheiro de lavanderia então serviu, enquanto ela fica na cama mechendo no celular, eu estava no chuveiro pensando se ia arriscar mais tempo com ela, e decidi que teria que conversar na hora sobre isso, saio do chuveiro, me enxugo, coloco a calça e o chinelo que me foi dado, fico sem camisa e quando saio pela porta ela imediatamente faz a segunda pergunta?
"Vai ficar quanto tempo?"
Foi aí que o medidor de piruzômetro já tava batendo alto por causa do simples visual de roupão preto transparente dela e sua lingerie preta, igualmente ao seu corpo e rosto que passaram na minha régua visual desde que abriu a porta, parece um consórcio em etapas, portanto desde que aceitei estar ali ela já tinha relaxado um pouco, mas bastou uma palavra mágica para alterar a sua percepção:
"Eu vou ficar uma hora no mínimo!"
Respondi com a convicção que meu pauzômetro estava certo e que ele precisava ser testado naquela morena com jeito de fazer sexo intenso e brutal. Estava em estado de guerra como um soldado indo para o front, ou como um jogador compenetrado antes de entrar no campo e provar o seu valor. Então ela responde: "-vamos ter que mudar de quarto para ficarmos mais tempo!". Tem dois lados nesse contratempo: Um é bom porquê significa que há um quarto para ocasiões mais especiais inclusive para um pernoite e o segundo ponto é que aquele quarto mais simples que eu estava era usado para as rapidinhas e programas de 15 a 30 minutos (Foi livramento?). Elevei o jogo para outra arena e outro patamar.
Assertivo na escolha fomos para outro quarto maior que o anterior inclusive é provável que ainda seja uma das suítes do antigo West Night, será? Não importa, essa é a hora de começar a jogar minhas cartas. Porém quando deito esperando ela retornar já que esqueceu suas coisas no outro quarto, notei um ponto a ser explorado: "O tempo já está contando ou não?". Ela volta com seu kit mortal e coloca um smartphone para temporizar nosso momento (que alívio, não é uma ladra de tempos) e outro para tocar suas músicas de gangsters e rappers favoritos, não é um som desagradável, mas não faz parte do meu repertório.
Decidi entrar na brincadeira (até gostar de uma ou duas músicas de sua inefável playlist) mais ela me impressiona tirando a roupa de um jeito bem sensual ao som de um de seus temas favoritos como se estivesse abrindo um show de stripper sendo a primeira, já totalmente nua vem por cima de mim me beijando de língua com uma bala halls preta na boca, e vai descendo como uma gata recuando para trás até encontrar meu Doctor Pauleira já duro esperando sua audição oral, ela pega ele como um microfone e começa a massagear com a lingua e boca, só me aproveito para comtemplar essa visão enquanto admirava sua xota e bunda pelo espelho, um corpo deliciosamente apelativo. Me senti como se tivesse sendo agraciado por um boquete pornográfico de uma estrela de cinema, de fato esse era o papel de sua vida muito bem interpretado. Pedi para abençoar seu gramado antes de entrar em campo e coloquei ela na cama e fiz o mesmo gesto felino de lambê-la, beijá-la e chupá-la dos lábios até o portal da felicidade, sua brilhante e digníssima bucetinha linda. Sinto que ela já está pronta implorando para cessar essa sessão de gentilezas para enfim trocar novamente comigo deitado voltando a ser agraciado por suas habilidades orais e manuais com meu amigo peniano. Após envernizar o Sr. pauleira e se colocar para dar aquela montada, finalmente pude apalpar os seios macios da minha nova diva da Zona Oeste do Rio. Bela cavalgada, ótima guia de savana, e como um cavalo já virei para torar ela por cima, mas de forma cavalheirística com uma pitata de selvageria para não perder o estilo cafajeste da música que estava tocando.
Entrei na brincadeira de cabeça e perfurei a perseguida como quem estivesse procurando petróleo e finalmente a vi realmente excitada, é da pegada forte que ela gosta, montei em cima até perder minhas forças, todavia consegui sua primeira capitulação arrancando-lhe um sorriso sincero sobre essa macetada diferenciada no já fustigado corpo da moça. Não entrei em campo para jogar fácil a toalha.
Na previsão era para ter descansado ali, mas não pude deixar ela respirar e quando ela estava mexendo no telefone encontrei um novo
animus fudendis para posicioná-la D4 e castigá-la com uns tapinhas de amor enquanto ela até parou para ficar melhor posicionada recebendo a madeirada, enquanto a cachorrada rola, mas incrível como ela gosta disso, parece até que sou um Bad Boy feel a like Alexandre Frota jogando ela no jiu jitsu na próxima posição de frente antes que eu queime um fusível no doggystyle.
Depois de pegar ela de frente novamente percebo que não ia gozar assim e já peço para finalizarmos com uma singela mamada. Gozo em sua boca como uma puta digna de AVN tocando sua playlist encerramos esse breve encontro.
To be continued...