15 de Dezembro de 2020 às 19:20
SABRINA
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Aventurei-me pela primeira vez em explorar terrenos no bairro mais famoso do mundo. E acreditei que a 583 era a melhor casa de Copacabana para visitar. Preço justo e ambiente excelente. Confesso que achei o ambiente melhor que muitas casas do centro com o preço até mais baixo.
A casa é ótimo. Ampla. Quartos GRANDES, com chuveiro. A recepção é grande. O local onde as meninas se apresentam, também.
Nada a reclamar.
Fui para a apresentação. Lá, a última a se apresentar para mim foi ela. Que logo me encantou com seu sorriso, com sua forma de falar seu nome. Não tive dúvidas: era a Sabrina que eu queria comigo.
E com a Sabrina que vou ao quarto sentindo-me um rei num palacete a espera de minha rainha. E é assim que tomo meu banho e me preparo para receber toda aquela beleza real da moça. Aquele corpo escultural com pernas e bundas torneadas, com seios empinadas, com um rosto de feições encantadoras.
Uma Cunhã Poranga, que guerreia com a força de sua beleza.
Já saí do banho com ela se despindo para mim. Com ela vindo ao meu encontro. E me dominando por completo. Meu corpo? Ah, o meu corpo já não era mais meu. O meu corpo agora tinha uma dona. E essa dona tinha nome: Sabrina. Sabrina dominava por completo o meu corpo.
Meu pau enrijecido sentia apenas a sua boca engoli-lo por completo, bem molhado, com ela usando a língua, molhando cada vez mais e também usando a mão. O tesão que tomava meu corpo se expandia.
Eu já não tinha mais domínio algum sobre as minhas mãos. Elas, automaticamente, já exploravam por completo o corpo da dama. Cada parte de seu lindo corpo tatuado.
Ela veio sobre mim e ali sentou-se, como se fora o trono de uma rainha. Sentou-se por muito tempo. De frente. De costas. E eramos logo dois corpos tomados pela prazer que apenas expressavam em suor e gemidos o quanto cada um dava prazer para o outro.
Não houve mais o que segurar, o êxtase veio para mim.
O descanso e repouso veio com a dama ao meu lado.
Os momentos de prazeres da carne logo viraram uma saborosa descoberta sobre as vidas alheias, conversas belas e aprazíveis.
O que eu queria era apenas que aquele momento, com ela, não parece mais.
Novas carícias, novos carinhos, novos gozos, com a mão ainda viriam naqueles minutos.
As lembranças porém, essas hão de permanecer.
E, espero eu, logo se repetirão.