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A DEUSA PRINCESA DO PRAZER E A ARTE DE FAZER O LOBO SOLVIT VOLTAR NO TEMPO!
Minhas aventuras neste ano foram inúmeras. Algumas proibidas demais para qualquer tipo de registro… rsrs. Outras livres demais para aceitarem regras de postagem… rsrs. Mas houve aquelas que foram épicas — e essas não apenas aconteceram, elas marcaram. Marcaram minha caminhada por esse mundo libertino onde o desejo não se explica, não se justifica e não pede permissão. Ele simplesmente se manifesta.
Nas jornadas do Solvit Sexus, atravessei mundos distintos, linhas temporais instáveis, realidades que não coexistem. Deusas intergalácticas, princesas e rainhas do prazer, super-heroínas sensuais capazes de dobrar a lógica do tempo e da moral. Cada aventura com sua própria vibração, seu próprio código, sua própria intensidade.
Não há comparação possível. Cada encontro pertence a um universo único. Comparar seria reduzir. E o Solvit não reduz experiências — ele as atravessa.
E foi assim que eu retornei.
Não por acaso.
Não por nostalgia.
Mas por alinhamento cósmico.
Uma princesa.
Uma deusa do prazer.
A mulher que encontrou a exata combinação para me reiniciar. Como quem aperta um botão escondido, esquecido no tempo. Que soube ativar em mim aquele estado primitivo, pulsante, jovem. Que me fez viajar no tempo e sentir novamente o espírito indomável dos vinte e poucos anos — no corpo, no olhar, na postura… como na música “Vinte e Poucos Anos”… rs.
O ano de 2025 foi um ciclo intenso. Descobertas, autoconhecimento, aprendizado real — daquele que não vem de livros, mas de vivências. E não haveria forma mais coerente de encerrar esse ciclo do que ao lado de uma mulher que, mesmo sem saber, foi catalisadora dessa transformação.
Isis Harrais.
A princesa semideusa.
O encontro perfeito entre o requinte da realeza e o poder cru de uma deusa.
Com ela, tudo sempre aconteceu numa realidade paralela. Algo muito próximo do Olimpo, onde o prazer não é pecado, é idioma divino. Onde o corpo fala antes da razão e o tempo se curva ao desejo.
Ela já não atendia mais no Rio de Janeiro. Mas certos vínculos não obedecem à geografia. Nunca perdemos contato. Até que o Universo — sempre atento às ironias — resolveu conspirar.
“Oi, Solvit… estarei no Rio amanhã.”
Antes mesmo da frase terminar, o portal já estava aberto.
— Amanhã estou livre. Chega que horas?
O dia passou arrastado. O relógio parecia provocar. Cada minuto esticava a ansiedade. Olhava para o visor, para o teto, para o nada. A mente já estava lá. O corpo ainda aqui. Eu sabia: estava prestes a atravessar novamente aquele portal temporal que não leva ao passado cronológico, mas ao estado de espírito.
Combinamos três horas. Apenas três. O tempo exato até a saída do ônibus. O suficiente para bagunçar qualquer linha temporal bem organizada.
Quando nos encontramos, foi desconcertante.
Natural demais.
Como se não tivesse havido ausência.
Como se o tempo tivesse apenas dado uma volta completa para nos reposicionar no mesmo ponto.
Ao mesmo tempo, havia intensidade acumulada. Uma tensão deliciosa no ar. Algo não resolvido, guardado, represado por anos-luz… por séculos… rsrs.
Ali, sem dúvida alguma, eu soube:
o Lobo Solvit tinha voltado no tempo.
O corpo reagia diferente. A postura, o toque, a respiração.
Mais novo.
Mais forte.
Mais voraz.
E ela…
Mais linda.
Mais gostosa.
Mais completa.
Com ainda mais poder e um magnetismo silencioso que puxa, domina, conduz.
Foi um jogo de sedução refinado. Beijos que demoravam mais do que deveriam. Mãos que exploravam sem pressa. Olhares que diziam muito mais do que qualquer palavra. E então ela por cima de mim… sorrindo.
Aquele sorriso.
O sorriso de quem sabe que pode quebrar qualquer promessa, qualquer acordo previamente definido. Como se estivesse desafiando o divino — e sabendo que venceria.
Ali, o tempo deixou de ser medida. Virou conceito abstrato. Algo moldável. Um detalhe irrelevante diante da intensidade do momento. Ela já não estava mais ali comigo — ela atravessava um portal onde não se conta o tempo, conta-se apenas até onde se ousa ir.
Ficamos ali, namorando. E o fogo dela não era metáfora… kkk. Não era apenas uma referência aos cabelos vermelhos. Aquela mulher é fogo. Incondicional. Incontrolável. Um incêndio que começa no olhar.
Ela sorri e exala sensualidade.
Ela sorri e os olhos parecem acender.
Em determinado momento, o ritmo muda. O controle passa para as mãos dela. O movimento ganha intensidade. Ela tenta prender as madeixas num único nó, como se quisesse domar o próprio caos que provoca.
Ainda sorrindo, vira de ladinho, olha para trás e solta, sem esforço:
— Vem… me pega gostoso.
Com ela, o prazer não encerra o desejo — ele multiplica. O corpo responde, o instinto assume, o tempo observa… derrotado.
Foi fantástico abrir novamente esse portal multiversal e viver uma aventura à altura de “De Volta para o Futuro”. Porque voltar no tempo não é sobre datas, é sobre sensação. É sobre se reconhecer num estado que parecia perdido.
Estar com Isis Harrais é não querer voltar à realidade. É como se o próprio Universo cochichasse: fica mais um pouco… tenta outra linha do tempo… muda o final.
Quem não desejaria viver numa realidade onde juventude e experiência coexistem? Onde ambição encontra estabilidade? Onde o prazer tem nome, presença e intensidade?
Mesmo que por poucas horas, aquele tempo foi absoluto.
Depois, o carro. O banco de trás. Mais alguns minutos roubados do relógio. O toque final antes da partida. A despedida já carregada da certeza de que aquele portal não se fecha — ele apenas aguarda o próximo alinhamento.
— E aí, gostou? — perguntei.
Ela sorriu. Aquele sorriso que quem conhece sabe exatamente como é.
— Humm… foi bom demais essa aventura no Multiverso do Solvit Sexus… rs.
Riu.
E ao perceber meu ego inflado, flutuando em gravidade zero, completou:
— Que ódio!!! kkkkk.
Repeteco?
Claro.
Porque algumas deusas não fazem você apenas sentir prazer…
Elas fazem você voltar no tempo.
Obs.: próximo retorno já sinalizado para o primeiro trimestre de 2026.


