19 de Julho de 2026 às 03:50
MARCELA
https://caribbeansul.com.br/bem-vindo/
Dando continuidade a uma tarde excepcional, desfrutada ao lado de verdadeira "beldade" (
https://gparena.net/tdfull.php?td=57945), ainda não havia atingido grau de "saciedade" capaz de me impulsionar ao "
Home Sweet Home".
Sem qualquer planejamento prévio, o dia sob escrutínio acabou por se converter num verdadeiro "périplo"…
Encontrando-me no começo da Praia do Recreio, veio à mente vontade de conhecer outro espaço. O estabelecimento em tela se situa na Barra da Tijuca, mais precisamente na Av. Olegário Maciel.
Fazendo uso do onipresente app de navegação israelense, "setei" o endereço e analisei as opções de rota oferecidas. A trajetória mais rápida seria pela Av. das Américas.
Todavia, tratava-se de belíssima tarde ensolarada, onde o céu azul e o sol imponente convidavam ao apreciar de outro caminho (Av. Lúcio Costa), Praia da Reserva, onde estreito feixe de 8 Km de pista de rolamento é "imprensado", de um lado, pela faixa de areia e pelo azul marítimo e, por outro, pela Lagoa de Marapendi, área de preservação ambiental de luxuriante natureza, sequencia enorme de condomínios de alto padrão, margeando extensa área da Av. das Américas e, bem mais ao fundo, o Maciço da Pedra Branca, grande cadeia montanhosa e o maior remanescente de Mata Atlântica do município do Rio de Janeiro; com mais de 12.000 hectares, considerado uma das maiores florestas urbanas do mundo.
Configurando o sistema de condução semi-autônomo (cruise-control) do "cavalo-branco", para os 60km/h permitidos ao longo da via, fui agraciado por verdadeiro "detox psíquico" ao dirigir observando a estonteante mescla de paisagens naturais e urbanas, algo que nos faz "relembrar" os porquês fundamentadores da
"GOTHAM CITY" TUPINIQUIM ter recebido a alcunha
CIDADE MARAVILHOSA...
A título de curiosidade, de acordo com o CHATGPT, a expressão surgiu no início do século XX por força do deslumbramento com a paisagem e um projeto de modernidade, popularizado pelo livro "La Ville Merveilleuse", de 1912. À época, capital do país, centro cultural e vitrine internacional do Brasil. A marcha carnavalesca "Cidade Maravilhosa", de André Filho, nos anos 1930, cimentou o apelido o qual, a posteriori, converteu-se no hino da cidade. O epíteto reflete tanto a natureza exuberante quanto o papel simbólico do Rio como "rosto" do país para o mundo.
Vencido o percurso, estacionei ao princípio do logradouro público almejado, pouco depois da mundialmente conhecida Barraca do Pepê. O número 101, da Olegário Maciel, corresponde a centro comercial de dois andares, a menos de um quarteirão adiante do ponto no qual deixei o veículo.
Era semi-final da
FIFA INTERNATIONAL CUP 2026; praticamente todos os incontáveis bares e restaurantes, do efervescente polo gastronômico, estavam repletos de convivas "secando" a seleção Argentina a qual "digladiava" com a da Inglaterra pela vaga na final do mega evento desportivo.
O estabelecimento visado possui infra-estrutura requintada. Todavia, no elenco da casa, inexistia aquela capaz de “despertar interesse” condizente ao significativo montante despendido numa horinha de "diversão"(500,00/H).
Decidido a continuar minhas incursões por outros estabelecimentos, ao total, passei por quatro casas similares, situadas no mesmo bairro. Em todas, conheci novas opções e revi algumas já "degustadas", dentre estas, várias foram alvos de relatos pretéritos meus aqui no GP ARENA. Contudo, ainda não encontrara aquela capaz de "acender" a "chama".
Exauridas as opções disponíveis na Barra da Tijuca, rumei para a
ZONA SUL, através do Elevado do Joá, outro formidável circuito urbano ao longo do qual se pode apreciar estonteantes paisagens naturais. Contudo, como já escurecera, não era mais possível apreciá-las.
Ao término do Túnel Zuzu Angel (antigo Túnel Dois Irmãos), desemboquei no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas, direcionando-me ao bairro mais "cosmopolita" da cidade:
COPACABANA.
Lá, estive em outros dois privês localizados, respectivamente, no terceiro e no quarto andar do número 583 da Av. Nossa Senhora de Copacabana. Novas tentativas frustradas...
Quase "vencido", recordei-me de uma boate já visitada em fevereiro do ano corrente; mais precisamente, na quinta-feira véspera de Carnaval. De Copacabana a Botafogo era um "pulo"...
Novamente atravessei vias urbanas margeadas por inúmeros bares e restaurantes, onde, àquela altura, os "secadores brazucas" já "choravam" a inesperada reviravolta, responsável por conduzir Lionel Messi e seus "acólitos" à almejada final.
Era por volta de 19:00 quando parei o "cavalo-branco", quase em frente ao número 09 da Rua Professor Alfredo Gomes, no "descolado" bairro de Botafogo.
Breve diálogo com a responsável por distribuir a comanda; inclusive, acabou se recordando da pregressa oportunidade em que lá compareci. Não me estenderei em retratar o ambiente; para os que se interessarem, basta acessar o link:
https://gparena.net/tdfull.php?td=53866
Àquela hora, inexistiam clientes, além de mim, é obvio... computei, ao total, cerca de cinco meninas... a maior parte delas se entretendo na mesa de bilhar, situada ao centro da área comum da boate...
Sem que eu percebesse, fui abordado por encantadora, porém bastante jovial, menina-mulher, a qual, à primeira vista, destoava, sobremaneira, de suas "colegas"...
A primeira notável distinção, saltando aos olhos, era sua pele, ostentando tonalidade extremadamente alva... em contraste, optara por vestimenta atípica para estabelecimentos daquela natureza: elegante e requintado blaser em cor negra, idêntico tom a se replicar por todas as outras peças de vestuário, inclusive, na sofisticada bolsa por ela portada.
Aos pés, "desfilava" sobre scarpin de extremo bom gosto. Só pela forma como se apresentava, impossível não perceber como, POSITIVAMENTE, "destoava"...
Já no que tange a atributos físicos, o que lhe "escasseava" em "estatura", "sobrava-lhe" em perfeição anatômica, tanto facial quanto corpórea... seus lábios carnudos "reluziam" num tom escarlate... longas e encaracoladas madeixas ruivas, tremendamente bem hidratadas, despencavam para além da linha do ante-braço... mãos e pés esmaltados em tonalidade entre o laranja e o vermelho... ressalte-se: BELÍSSIMOS.
Sob o blazer, par de seios hipnóticos (depois descobri que eram naturais... PQP! QUE OBRA PRIMA DA NATUREZA!) destacavam-se da enorme "fenda", estrategicamente disponibilizada de modo a "lançar luz"' sobre aquela porção anatômica signo da feminilidade...
Embora não poder exibir qualquer imagem da mesma (normalmente, boates não costumam publicar seu elenco de beldades...), TUDO NAQUELA MENINA-MULHER "RADIAVA"...
Até de forma "literal', haja vista sua cútis, alvíssima, “refletir"' os feixes de luz típicos destes espaços.
No intuito de "consolidar" todo o esforço descritivo, mediante um só "registro", recorrerei às infinitas possibilidades ofertadas pela Inteligência Artificial...
Inspirado-me numa personagem famosa das animações infanto-juvenis, a Princesa Mérida, apresento-vos, "MARCELA":
Como fora ela quem me abordara, gentilmente ofereci-lhe algo de beber, ao que ela retrucara:
-
MARCELA: SERIA POSSÍVEL UMA ÁGUA E UM SUCO? (Outra distinção "gritante": nada de bebidas alcoólicas...)
Sentamo-nos numa ampla linha de sofá, perpendicular ao bar e diante da mesa de sinuca... conquanto seu notável glamour, sua extrema jovialidade, o que normalmente seria atributo a ser positivamente computado a seu vasto espectro de atrativos, para mim, ao menos a princípio, era um óbice...
A quase totalidade, dos que estão lendo esta narrativa, estarão se indagando:
-
LEITOR: COMO ASSIM? ONDE UMA MULHER, NO AUGE DE SUA JUVENTUDE, PODE SER UM "ÓBICE" AO GRISALHO?
Sim, nobre leitor... desde muito jovem, nunca fui atraído por mulheres no estilo "
LOLITA", embora detenha plena consciência da arraigada predileção, por parte do segmento masculino, algo tão "visceral' em nossa cultura ao ponto da obra homônima de 1955, do romancista russo-americano VLADIMIR NABOKOV, ser considerada uma das principais realizações na literatura do século XX.
Aparte preferências pessoais, após anos acumulando leituras de relatos alheios, sobre péssimas experiências com "novinhas", acabei por "cristalizar" barreira psíquica à seleção desse perfil...
Exatamente por tal motivo, aproveitei a necessidade de ir ao toalete e, no retorno, estava decidido a, gentilmente, despedir-me daquela atraente e sofisticada fêmea, porém demasiadamente jovem (só, bem mais adiante, descobri que possuía 25 anos...).
Contudo, em certas ocasiões, a VIDA nos oferece "plot twists" completamente surpreendentes...
Ao ensaiar uma “despedida”, agarrou-me pelo braço e pronunciou:
-
MARCELA: NÃO VÁ! SENTA AQUI UM POUCO PARA A GENTE CONVERSAR...
Confrades, confesso que, a princípio, atendi à solicitação por puro cavalheirismo. Sem jamais imaginar o que ocorreria, cerca de 50 min adiante, permiti-me acionar o circuito de "escuta ativa" (conceito egresso da psicanálise) e, simplesmente, “ouvi-la” (a casa mantém níveis de decibéis aceitáveis, o que permite o
estabelecimento de diálogos).
JAMAIS... ENFATIZO... JAMAIS... PODERIA SEQUER COGITAR SEU VASTÍSSIMO "PORTFÓLIO" (sim, este fora o termo técnico, com acepção aplicada aos cursos superiores de Propaganda e Publicidade, utilizado pela mesma...).
VASTA CULTURA GERAL E SABERES "EMPÍRICOS", "DESFIADOS" MEDIANTE USO DE PORTUGUÊS IMPECÁVEL E DE FORMA CATIVANTE…
Conversamos sobre inúmeros assuntos... até sobre Agronomia (tema bastante afastado da realidade da juventude carioca) inclusive, com propriedade, visto ser originária do interior de Minas Gerais; certamente, teve convívio real no conteúdo.
Cursando sua segunda graduação (MARKETING), em tradicional e centenária Universidade de natureza privada, aquele ser humano representava verdadeira "pedra preciosa" perdida em meio ao "cascalho"...
LITERALMENTE, "FASCINOU-ME", "SEDUZINDO-ME”… NÃO POR SEUS INCONTESTÁVEIS ATRIBUTOS FEMININOS, MAS SIM COMO DECORRÊNCIA DE PROFUNDA ADMIRAÇÃO INTELECTUAL!
Não havia mais como resistir... aquela jovem-fêmea realizara verdadeira prodígio... ressignificou e desconstruiu um "pré-conceito" em mim "cristalizado", praticamente "implodindo" o desgastado clichê da "Lolita".
Como a casa majorou sensivelmente os valores, desde minha anterior visita, tive de "conter os ânimos", optando por "date" de 40 min...
ANSIOSOS PARA SABER COMO SE PORTARA AQUELA "MENTE BRILHANTE" ENTRE QUATROS PAREDES?
NOVAMENTE, DEIXOU-ME ESTUPEFATO... FUROR E INICIATIVA RARAMENTE POR MIM PRESENCIADOS...
COMO "AMOSTRA GRÁTIS", AOS PACIENTES LEITORES, CAPAZES DE CHEGAR ATÉ ESTA LINHA DA EXTENSA NARRATIVA, ATENTEM PARA O GRAU DE VOLUPTUOSIDADE DA "PRINCESA VALENTE"...
ENQUANTO ME 'FARTAVA" EM SUAS "CARNES", MEDIANTE ANIMALESCA CUNILÍNGUA, ORDENOU-ME:
-
MARCELA: ENFIA, DOIS DEDOS NA MINHA BUCETA E OUTRO NO MEU CUZINHO, E ME MASTURBA COM FORÇA! 🫦🫦🫦
TODA SUA INSANDECIDA LASCÍVIA A CONDUZIRA A ESTRONDOSO ORGASMO, OBTIDO APÓS DILATADO LAPSO TEMPORAL EM QUE CUMULEI TODA GAMA DOS ESTÍMULOS SUPRACITADOS...
Outro ineditismo fora ela tirar de sua bolsa preservativos femininos para consumar a conjunção carnal... NUNCA TINHA SEQUER VISTO, IN LOCO, UM…
A comi "
DE FRENTE", não sem ela, antes, posicionar um dos travesseiros disponíveis na alcova por debaixo de seu quadril; o objetivo? "Projetá-lo", "potencializando" a profundidade da penetração... vocalizava que a comesse sem pena.... suas reações às carícias orais em seus pés me incendiavam de tesão…
Mas o que a glamourosa, e pequenina, cortesã queria, mesmo, era assumir a “posição de comando”, só obtida com ela "por cima"… adiei, o quanto me fora possível, optando por certo interregno num "
D4'... todavia, aquela "mulher-menina" sabe, exatamente, o que quer na cama...
"Vencido", permiti-a se converter numa enlouquecida "PEOA DE BARRETOS", cujas "acrobacias”, em reduzido lapso temporal, “solapara-me” o freio mental ejaculatório, induzindo-me intenso orgasmo, praticamente ao mesmo instante em que o "TOC TOC", à porta da alcova, sinalizava o termo final do período contratado...
Detivemo-nos pouco mais na habitação, oportunidade em que nos duchamos fazendo uso do sabonete líquido que carrego em minha necessaire.
Descemos juntos as escadas, até a área onde ela se recolheria antes de regressar ao salão.
Despedimo-nos afetuosamente e, finalmente, aquele dia, que parecia interminável, havia chegado ao fim.
THAT'S ALL FOLKS