19 de Março de 2023 às 15:21
FORA DE CONTROLE
Me salve me salve!
Nem sei como começar...
CONTEXTO
Esbarrar com a Fê na noite do 3° Encontro do Arena foi mexer com o que tava quieto. Aí já viu, né? Teve a hora que ela partiu a fatia do seu bolo e me serviu. Teve a hora que ela me ofereceu um pirulito. E teve uma hora que a gente ficou perigosamente perto um do outro.
CONTATO
Meu
último encontro com a Fê foi bem marcante, como de costume. Dessa vez, o agendamento fluiu a partir de uma conversa despretensiosa sobre bebermos
vin branco
geladin juntin.
LOCAL
A Fê atende sozinha no AP próprio na AA37 (Castelo das Princesas). Quando entro no AP dela a impressão que dá é de ter caído numa arapuca do prazer.
FÊ ZUCKIE
Ela é
a tal morena ninfomaníaca gostosa e bonita pra diacho. Voz de adolescente, rostinho colírio de princesinha,
mas uma verdadeira trepadeira inveterada. São doces, provocantes e ardentes os contrastes dessa mulher. A danada é versátil e certeira na sedução e faz isso com muita naturalidade. Resumindo: ela entra na nossa brincadeira e nos convida de forma bem aberta para a brincadeira dela. Me recebeu com uma belíssima camisolinha curta vermelha e, obviamente, sem calcinha.
A PROFISSIONAL E O CLIENTE
Cheguei com a garrafa de vinho, ela pôs pra gelar. Tomei banho, conversamos um
tiquin. Partimos para o enrosco. Beijos, oral, penetração no PPMM e ... a vara murchou. Suspeitei da minha camisinha. Levei de boa. Tem dia que não dá mesmo. Ela também levou de forma natural.
Bebemos vinho branco geladinho, brindamos minha brochada e fui me vestir. Fiz o acerto de contas e ela se levantou pra me conduzir até a porta.
PEGAÇÃO SELVAGEM HOMEM E MULHER
Num ato de puro reflexo a beijei. Beijo de quem tá com tesão, mas o pau mole. Ela me beijou com mesma intensidade, direção e sentido oposto. Meti a mão naquela bunda gostosa, por cima da camisola curta mesmo. Ela não deixou barato e meteu a mão na minha calça jeans, onde a vara fica armazenada. E continuamos a nos beijar. O beijo da Fê nóóóo.
“Mas o que está havendo aqui?”
Empurrei a gata contra a parede. Prensei a gostosa com um pouco de força e ela continuou beijando e bulindo na vara mole. Mole? Peraí! Começou a ficar apertado dentro do jeans. Mas virei a danada de frente pra parede e comecei a sarrar. A vara levantou! Mas como??? Não havia explicação. Ela se empinou pra sentir (com a bunda) o volume do meu pacote.
Quando ela percebeu que tinha acabado de operar um milagre, saiu rapidamente da parede, começou a soltar meu cinto e a desabotoar minha calça. Eu disse: “Peraí”, mas o cinto já tinha voado longe. Arriou minha calça até os joelhos e abocanhou o
trem num bote certeiro: GLUP! Ela foi incrivelmente rápida. Eu não tava sabendo ao certo o que era aquilo tudo. Tava completamente fora do meu controle kkk. Em milissegundos ela encapou a vara e se pôs de quatro na beirada da cama e ordenou:
“Mete! Mete com vontade!!!”
Meti, uai. Vontade é que não faltava. A gente tava agitado, afoito. Gememos alto. Fizemos barulho. Me afastei porque eu estava literalmente de calça arriada. Foi só a piroca sair de dentro que ela pulou da cama e:
1) Desabotoou, abriu e arrancou minha camisa;
2) Tirou e zuniu minha calça Jeans;
3) Me deixou descalço e chutou meus sapatos pra longe.
Tudo isso em 5 segundos! Enquanto isso eu só tinha tirado meu relógio de pulso kkk
A felina se jogou de costas em cima da cama me puxando ao mesmo tempo! Quando caí sobre ela a vara emburacou direto num PPMM insano de tão selvagem. Não teve gel, não teve nada. Os nossos corpos se chocavam com energia de uma colisão frontal. O calor dos nossos corpos, o suor, o prazer. Parecíamos dois adolescentes. Eu tive um apagão. Não tava muito consciente. Eu só queria pulsar dentro dela. O resto do mundo que se dane. Nem vi o
frei... PÁÁÁÁÁÁÁ gozo forte, gemidão e palavras de baixo calão!
Quase apaguei. Só lembro dela me removendo a camisinha para descartar. Parecia que eu tinha tomado uma espécie de “Boa noite cinderelo”. Completamente complexo e prazeroso o que aconteceu. Não consigo descrever mais que isso.
FINZIN
Silêncio no recinto. Eu tava sem palavras. Depois que algum fôlego voltou, eu levantei lentamente e fui catar minhas roupas espalhadas pelo chão, enquanto ela já deitada na cama, me monitorava. Ela só disse de forma natural e um pouco esnobe:
“Você foi usado, Mozão!”.
Permaneci quieto. Depois desse atropelamento eu tava torcendo pra vara continuar brocha. Era um momento tenso. Imagina dela querer bis e começar tudo de novo? Eu ia precisar chamar o SAMU pra me acudir.
Enfim,
EU ainda não sei o que aconteceu entre aquelas quatro paredes com a Fê. Mas seja lá o que for, estou certo de que não foi um programa.
E tá bão. Vou parar por aqui.
UM REGUGIADO NO BAR DO ZEZÉ
Desci e passei com cara de refugiado pela portaria do AA37. Ao sair estavam sentados no bar do Zezé: Wolfgang (óbvio), Novaes, mais uns gente boa que só conheço de vista, além de
Aléxia Almeida e Crystal Pimenta. Tomei fôlego, mas interagi bem
poquin com o povo falante. Eu tava atordoado, uai.
Mei catatônico, sabe? Fui pra casa tentar me recuperar. Kkk
Três vezes já pede música no FANTÁSTICO:
UNSTOPPABLE
“Baseado em fatos reais.”