AS BUNDAS DO CARNAVAL
Enviado: 12 Fev 2023, 18:39
Eu nunca fui uma pessoa de bloco, mas às vezes já me aventurei. Seja premeditadamente, seja porque cruzei com um bloco no caminho do que quer que eu estivesse na rua pra fazer. Não gosto de marchinha, de caixa de som estourando, de explode coração, mas tem uma coisa que eu sempre aprecio no carnaval; os corpos femininos. Existe uma certa mística ao olhar a pele que normalmente não estaria à mostra naquele local, diferente de praia onde ver bastante pele é esperado. Uma invasão de privacidade coletiva. Um voyerismo normalizado.
Não lembro quando começou essa moda, se era antiga e reparei na puberdade, ou se é mais recente e em algum carnaval reparei; nos shortinhos hot pants de cintura alta que deixam a parte de baixo da bunda exposta. Umas mais "comportadas" e retas, outras quase tão cavadas quanto um biquini fio dental. Combinando com essa peça costumam estar calças de redinha, saias de tule amarrado, ou um top furta-cor. A combinação chega a ser mais provocante do que apenas um biquini cavado sozinho, ou tapa-sexo, que não se vê muito (pelo menos à luz do dia).
Sempre gostei de olhar o corpo feminino, nas suas diversas formas, uma admiração estética e anatômica que podem às vezes nem estar acompanhadas do componente sexual. O movimento das bunda no andar é hipnótico, a diversidade de formas é agradável, é gostoso de olhar. Há, claro, as que te fazem parar de pensar porque os sangue resolveu se mudar pra outra cabeça, mas se fosse só isso, na praia não se veria uma sunga sem o portador estar cobrindo a frente com uma camisa ou canga. Me refiro as que fazem você ficar a cabeça de lado como um cachorrinho, curioso pra ver o que ela faz, como ela dança, pra onde ela vai.
Essa é minha homenagem às bundas do carnaval
Não lembro quando começou essa moda, se era antiga e reparei na puberdade, ou se é mais recente e em algum carnaval reparei; nos shortinhos hot pants de cintura alta que deixam a parte de baixo da bunda exposta. Umas mais "comportadas" e retas, outras quase tão cavadas quanto um biquini fio dental. Combinando com essa peça costumam estar calças de redinha, saias de tule amarrado, ou um top furta-cor. A combinação chega a ser mais provocante do que apenas um biquini cavado sozinho, ou tapa-sexo, que não se vê muito (pelo menos à luz do dia).
Sempre gostei de olhar o corpo feminino, nas suas diversas formas, uma admiração estética e anatômica que podem às vezes nem estar acompanhadas do componente sexual. O movimento das bunda no andar é hipnótico, a diversidade de formas é agradável, é gostoso de olhar. Há, claro, as que te fazem parar de pensar porque os sangue resolveu se mudar pra outra cabeça, mas se fosse só isso, na praia não se veria uma sunga sem o portador estar cobrindo a frente com uma camisa ou canga. Me refiro as que fazem você ficar a cabeça de lado como um cachorrinho, curioso pra ver o que ela faz, como ela dança, pra onde ela vai.
Essa é minha homenagem às bundas do carnaval