A MOEDA DO SEXO
Enviado: 19 Out 2021, 16:04
A “Moeda do Sexo”

A prostituição na Antiguidade era legal e licenciada, principalmente entre os bárbaros romanos; até mesmo a mais alta classe social do promíscuo e hipócrita império romano era livre para se envolver. Daí a obviedade da legalidade da prostituição.
A Spíntia, foi uma moeda romana por mais de 1600 anos (séc. I a XVI) utilizada para pagar os serviços lupanares (de prostituição).
Na época, era proibido usar moedas com um Imperador ou governante equivalente para esta finalidade, e o uso destas fichas, com um casal representando uma posição sexual, foi uma alternativa.
De acordo com especialistas, eram usadas como recado direto de como gostariam de fazer.
Alguns grandes bordéis no século IV, quando Roma estava se tornando oficialmente cristianizada, podem ter sido mostrados como atrações turísticas e pertenciam ao Estado.
Em Pompéia por exemplo, pessoas de riqueza geralmente não visitavam bordéis por causa da disponibilidade de amantes ou concubinas escravas, e se o fizessem não seriam desaprovados, desde que demonstrassem autocontrole e moderação na frequência e prazer do sexo.
A prostituição na Antiguidade era legal e licenciada, principalmente entre os bárbaros romanos; até mesmo a mais alta classe social do promíscuo e hipócrita império romano era livre para se envolver. Daí a obviedade da legalidade da prostituição.
A Spíntia, foi uma moeda romana por mais de 1600 anos (séc. I a XVI) utilizada para pagar os serviços lupanares (de prostituição).
Na época, era proibido usar moedas com um Imperador ou governante equivalente para esta finalidade, e o uso destas fichas, com um casal representando uma posição sexual, foi uma alternativa.
De acordo com especialistas, eram usadas como recado direto de como gostariam de fazer.
Alguns grandes bordéis no século IV, quando Roma estava se tornando oficialmente cristianizada, podem ter sido mostrados como atrações turísticas e pertenciam ao Estado.
Em Pompéia por exemplo, pessoas de riqueza geralmente não visitavam bordéis por causa da disponibilidade de amantes ou concubinas escravas, e se o fizessem não seriam desaprovados, desde que demonstrassem autocontrole e moderação na frequência e prazer do sexo.