A ANTIGP
Enviado: 03 Mar 2021, 22:40
— Que negócio é esse de AntiGP, Dante? — Perguntaria o forista que já está de saco cheio de ler bobagens.
Em resumo: a AntiGP é a garota de programa sem sensibilidade comercial. Ou seja, a maioria delas.
O que é o Fórum? É um imenso painel de propaganda onde os publicitários são os clientes das moças libertinas. Hoje, há uma imensa concorrência entre as meninas, a crise se instalou, os valores estão muito mais acessíveis do que eram há alguns anos atrás, em uma época em que eu nem pensava em sair com Frees porque conseguiam ser mais dispendiosas do que as termas mais caras do Rio. O cenário virou de cabeça para baixo e as mais espertas se adaptaram arranjando local de atendimento e reduzindo os valores dos cachês. Há ainda algumas que ousam cachês acima de 300 reais, quando os clientes estão buscando valores abaixo de 200 reais. Há as que não se organizaram e continuam atendendo em motel, cobrando Uber e sem compreender que terão menos clientes desse jeito. Serão essas as AntiGps? Não.
Geralmente, a AntiGP é uma propaganda enganosa. Existe também a garota que não consegue enxergar o potencial de publicidade dos clientes que escrevem em fórum, aqui eu faço uma defesa corporativista. Qualquer estabelecimento comercial quer fidelizar clientes, não somente pelo atendimento, mas através de pequenos privilégios que fazem os contratantes sentirem-se especiais. As Gps, de certa forma, praticam uma atividade comercial, algumas tentam fidelizar pelo atendimento, mas é raríssimo encontrar as que oferecem bônus aos clientes que colaboram com a projeção do trabalho que realizam. O Forista que escreve é o maior e melhor canal de divulgação para uma profissional do sexo, divulga gratuitamente e com entusiasmo. Mas o que as Gps fazem para fidelizar esse poderoso publicitário? A maioria não faz nada. Não posso caracterizá-la como AntiGP se presta um bom atendimento, mas é uma GP relapsa, que se arrisca a ver seu cliente migrar para outras meninas porque algumas atendem tão bem quanto ela.
Se eu fosse uma GP (Deus não dá asa a cobra), não abdicaria de manter uma estratégia comercial que envolvesse lucro, mas também investimento. E o que seria o investimento? Se eu percebesse um cliente que escreve sobre mim, daria a ele meia hora de cortesia; ou se ele contratasse 1 hora do meu tempo, oferecia a ele duas horas pelo valor de uma. Mimos, eu ofereceria esses mimos aos clientes que trabalham de graça pela divulgação. Ou melhor, ofereceria mimos aos clientes que pagam e divulgam meninas. Alguma garota pode ler isso e considerar absurdo, mas não é. A maioria dos frequentadores de fóruns não escreve uma linha sobre qualquer mulher. Hoje, diante da concorrência acirrada, um TD é valiosíssimo para qualquer menina. Além disso, TDs também aparecem no PhotoAcompanhantes, trazendo para a GP uma visibilidade diferenciada.
Sim, talvez essa GP que não compreenda os meandros das relações comerciais tenha algo de AntiGP, porque ela olha o TD, gosta do que vê, mas não cultiva o cliente que se dedica a divulgá-la, muitas vezes lutando contra o tempo dos seus próprios afazeres.
A legítima AntiGP é pior. Outro dia saí com uma que pelo Zap praticou uma propaganda desmedida, botou pilha, mantou fotos que tinham mais filtro do que a Estação de Tratamento de Água do Guandu. Hesitei muito em marcar, mas acabei cedendo. Ao chegar ao seu local, me deparo com uma gordinha, que não era feia, mas também não era a mulher das fotos que recebi. Como quem está na chuva é para se molhar, entrei na sala e consenti que o atendimento continuasse. A garota disse que beijava na boca. Ela beijava, mas não com a boca: beijava com o queixo, com os dentes, com o nariz, com o cabelo, mas nunca com a boca. Se o meu combalido pênis se aproximasse a meio metro de sua vagina sem estar de camisinha, ela ficava tensa, quase pegava o cinto de castidade na cômoda ao lado da cama. Fazia um boquete frio, que mais brochava do que causava tesão. Sim, afeiçoado forista, a descrição que faço revela o mais genuíno modelo de AntiGP. Não são poucas. A AntiGP é aquela que você paga para entrar e sente vontade de pagar para sair antes de terminar o tempo.
Nos últimos dois meses, cumpri um roteiro intenso pelo circuito sexual carioca. Eu, que antes fui um assíduo frequentador de termas, descobri nas mulheres que atendem por conta própria um novo e saboroso cardápio. Como a maioria dos cafetas de termas, ao invés de reduzirem os preços, aumentaram os valores, desisti definitivamente desses estabelecimentos. Cafetões de termas devem gerenciar o negócio do home office na Suíça, pois são completamente alheios à realidade nacional.
Voltando ao assunto, descobri nas Freelas, atualmente com valores muito mais em conta do que no tempo em que eu tinha uma boa ereção, um novo universo para explorar. Aos poucos fui percebendo que são poucas aquelas que entendem como devem cativar o cliente, mas mesmo as que compreendem isso falham em não mimar os clientes que as ajudam na divulgação. Dos males o menor, ao menos atendem com competência, o que também não é tão comum como pensamos.
A verdade é que a existência de um libertino é composta por 95% de encontros sexuais sem emoção e 5% de mulheres que sabem se entregar na cama. Encontrar esses 5% de excelência perdidos entre os 95% das piores nos faz mais pobres. O libertino é um apostador que sai de casa preparado para perder, mas quando ganha quer gritar para o mundo que se deu bem. Infelizmente, as GPs raramente o incentivam a gritar.
Faz tempo que decidi não postar mais TDs negativos. Não vou perder meu tempo me dedicando a expor uma mulher que me atendeu mal, porque se eu fizesse isso também a estaria divulgando. Não faço. Restrinjo-me aos positivos, mas me ressinto dessa ausência de retribuição das Gps que divulgo com prazer. Acredito que muitos foristas também se ressintam. Outro dia, comentando isso com uma garota, ela me disse que eu deveria fazer com o coração sem esperar retribuição. Tá certo. Ela faz sexo comigo sem esperar que eu pague? Do ponto de vista comercial, a filosofia dela fragiliza o seu próprio marketing. Inclusive, tenho absoluta certeza de que se as boas GPs começassem a mimar os bons clientes, o fenômeno da carteirada diminuiria bastante e aumentaria significativamente a quantidade de relatos.
Como sempre, deixo aqui uma opinião aberta para o debate. Creio que as AntiGps irão detestar tudo o que escrevi, mas é importante promover a conscientização.
Ave, libertinos.
Em resumo: a AntiGP é a garota de programa sem sensibilidade comercial. Ou seja, a maioria delas.
O que é o Fórum? É um imenso painel de propaganda onde os publicitários são os clientes das moças libertinas. Hoje, há uma imensa concorrência entre as meninas, a crise se instalou, os valores estão muito mais acessíveis do que eram há alguns anos atrás, em uma época em que eu nem pensava em sair com Frees porque conseguiam ser mais dispendiosas do que as termas mais caras do Rio. O cenário virou de cabeça para baixo e as mais espertas se adaptaram arranjando local de atendimento e reduzindo os valores dos cachês. Há ainda algumas que ousam cachês acima de 300 reais, quando os clientes estão buscando valores abaixo de 200 reais. Há as que não se organizaram e continuam atendendo em motel, cobrando Uber e sem compreender que terão menos clientes desse jeito. Serão essas as AntiGps? Não.
Geralmente, a AntiGP é uma propaganda enganosa. Existe também a garota que não consegue enxergar o potencial de publicidade dos clientes que escrevem em fórum, aqui eu faço uma defesa corporativista. Qualquer estabelecimento comercial quer fidelizar clientes, não somente pelo atendimento, mas através de pequenos privilégios que fazem os contratantes sentirem-se especiais. As Gps, de certa forma, praticam uma atividade comercial, algumas tentam fidelizar pelo atendimento, mas é raríssimo encontrar as que oferecem bônus aos clientes que colaboram com a projeção do trabalho que realizam. O Forista que escreve é o maior e melhor canal de divulgação para uma profissional do sexo, divulga gratuitamente e com entusiasmo. Mas o que as Gps fazem para fidelizar esse poderoso publicitário? A maioria não faz nada. Não posso caracterizá-la como AntiGP se presta um bom atendimento, mas é uma GP relapsa, que se arrisca a ver seu cliente migrar para outras meninas porque algumas atendem tão bem quanto ela.
Se eu fosse uma GP (Deus não dá asa a cobra), não abdicaria de manter uma estratégia comercial que envolvesse lucro, mas também investimento. E o que seria o investimento? Se eu percebesse um cliente que escreve sobre mim, daria a ele meia hora de cortesia; ou se ele contratasse 1 hora do meu tempo, oferecia a ele duas horas pelo valor de uma. Mimos, eu ofereceria esses mimos aos clientes que trabalham de graça pela divulgação. Ou melhor, ofereceria mimos aos clientes que pagam e divulgam meninas. Alguma garota pode ler isso e considerar absurdo, mas não é. A maioria dos frequentadores de fóruns não escreve uma linha sobre qualquer mulher. Hoje, diante da concorrência acirrada, um TD é valiosíssimo para qualquer menina. Além disso, TDs também aparecem no PhotoAcompanhantes, trazendo para a GP uma visibilidade diferenciada.
Sim, talvez essa GP que não compreenda os meandros das relações comerciais tenha algo de AntiGP, porque ela olha o TD, gosta do que vê, mas não cultiva o cliente que se dedica a divulgá-la, muitas vezes lutando contra o tempo dos seus próprios afazeres.
A legítima AntiGP é pior. Outro dia saí com uma que pelo Zap praticou uma propaganda desmedida, botou pilha, mantou fotos que tinham mais filtro do que a Estação de Tratamento de Água do Guandu. Hesitei muito em marcar, mas acabei cedendo. Ao chegar ao seu local, me deparo com uma gordinha, que não era feia, mas também não era a mulher das fotos que recebi. Como quem está na chuva é para se molhar, entrei na sala e consenti que o atendimento continuasse. A garota disse que beijava na boca. Ela beijava, mas não com a boca: beijava com o queixo, com os dentes, com o nariz, com o cabelo, mas nunca com a boca. Se o meu combalido pênis se aproximasse a meio metro de sua vagina sem estar de camisinha, ela ficava tensa, quase pegava o cinto de castidade na cômoda ao lado da cama. Fazia um boquete frio, que mais brochava do que causava tesão. Sim, afeiçoado forista, a descrição que faço revela o mais genuíno modelo de AntiGP. Não são poucas. A AntiGP é aquela que você paga para entrar e sente vontade de pagar para sair antes de terminar o tempo.
Nos últimos dois meses, cumpri um roteiro intenso pelo circuito sexual carioca. Eu, que antes fui um assíduo frequentador de termas, descobri nas mulheres que atendem por conta própria um novo e saboroso cardápio. Como a maioria dos cafetas de termas, ao invés de reduzirem os preços, aumentaram os valores, desisti definitivamente desses estabelecimentos. Cafetões de termas devem gerenciar o negócio do home office na Suíça, pois são completamente alheios à realidade nacional.
Voltando ao assunto, descobri nas Freelas, atualmente com valores muito mais em conta do que no tempo em que eu tinha uma boa ereção, um novo universo para explorar. Aos poucos fui percebendo que são poucas aquelas que entendem como devem cativar o cliente, mas mesmo as que compreendem isso falham em não mimar os clientes que as ajudam na divulgação. Dos males o menor, ao menos atendem com competência, o que também não é tão comum como pensamos.
A verdade é que a existência de um libertino é composta por 95% de encontros sexuais sem emoção e 5% de mulheres que sabem se entregar na cama. Encontrar esses 5% de excelência perdidos entre os 95% das piores nos faz mais pobres. O libertino é um apostador que sai de casa preparado para perder, mas quando ganha quer gritar para o mundo que se deu bem. Infelizmente, as GPs raramente o incentivam a gritar.
Faz tempo que decidi não postar mais TDs negativos. Não vou perder meu tempo me dedicando a expor uma mulher que me atendeu mal, porque se eu fizesse isso também a estaria divulgando. Não faço. Restrinjo-me aos positivos, mas me ressinto dessa ausência de retribuição das Gps que divulgo com prazer. Acredito que muitos foristas também se ressintam. Outro dia, comentando isso com uma garota, ela me disse que eu deveria fazer com o coração sem esperar retribuição. Tá certo. Ela faz sexo comigo sem esperar que eu pague? Do ponto de vista comercial, a filosofia dela fragiliza o seu próprio marketing. Inclusive, tenho absoluta certeza de que se as boas GPs começassem a mimar os bons clientes, o fenômeno da carteirada diminuiria bastante e aumentaria significativamente a quantidade de relatos.
Como sempre, deixo aqui uma opinião aberta para o debate. Creio que as AntiGps irão detestar tudo o que escrevi, mas é importante promover a conscientização.
Ave, libertinos.