AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Espaço para os mais variados temas relacionados ao mundo da putaria, atendimentos das casas e das meninas, etc...
Elmo
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por Elmo »

PauloCesar escreveu: 02 Mar 2024, 15:10 2 histórias em 1
Antes de conhecer o Arena, só tomava volta no photoacompanhantes.

Sempre Copacabana.

Primeira: o apto da fake escuro, a mina feinha (diferente da foto) parecia um robô, nem boquete sabia fazer direito. O ar condicionado nao estava funcionando, a janela ficava aberta de frente para o vizinho (próximo), e aí gozei rapidinho na bronha para meter o pé. Quando estou no banheiro, ela avisa que o rapaz da manutenção estava no quarto mexendo no ar. Para sair do banheiro tinha que passar pelo quarto. Eu em processo de separação penso: E se for alguém conhecido? Fiquei esperando e como o rapaz não acabava o serviço, abaixei a cabeça e passei batido por ele. Chego na sala, uma outra menina deitada no sofá vendo novela, nem me cumprimentou, e como a porta estava aberta, saí batido. Para minha surpresa, já na rua, dou de cara com a fake saindo da padaria com um lanche na mão. Ela ainda teve a cara de pau de me cumprimentar. E foi aí que tive a certeza de o quanto ela era feia. Nessa eu me f...de verde e amarelo.

Segunda: Essa era fake mas ñ tão feinha. Quando avisei que estava no local, ela veio com uma conversa que não era para reparar mas o local estava em obra e o pessoal da obra estaria em horário de almoço. E eu passaria por eles. Mas ñ precisava me preocupar pois eles sabiam do ofício dela.
Subi e passei no meio de vários pedreiros, ficaram todos me olhando. O quarto nos fundos, cama sem lençol e travesseiro (ela disse que a dona do imóvel ñ entregou à tempo). Agora a derradeira: ela começa a me contar a história de vida dela. Fiquei tão comovido que paguei e não fiz sexo.
Dois detalhes: banheiro só o dos pedreiros. E no quarto brinquedos do filho dela espalhados no chão e fotos dele no porta retratos. Como eu teria tesão? Meti o pé...


Tive crise de riso hahahahahahahahahaha
Calabreso24cm
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por Calabreso24cm »

História de louco eu tive,com uma gerente que trabalhava na uruguaiana 24 no terceiro andar,belo dia vou no local em busca de uma rabuda,chego uma morena que estava entrando para atender me chama atenção,eu paro peço uma cerveja,ela me deu a cerveja,pegou banco dela é me deu falou senta aqui,ela era uma loira bonita usava um shortinho jeans, ficou falando comigo,a rabuda saiu do atendimento eu olhando já foi levada novamente,a gerente percebeu meu interesse,abriu outro cerveja falou esse é por minha conta,já era por volta de 18:40 hs simplesmente ela pega telefone dela,fala p min segura vou no banheiro ela volta eu entrego, nesse momento ela chama 2 garotas diz vem receber que vou fechar,ela paga as meninas,eu falo vou embora quanto deu minha conta,ela fala espera um pouco pós não consigo fechar porta pode me ajudar,falo sim,sai a rabuda do atendimento me olhando da sorriso a gerente fala nome que não me recordo fala fechou pode si arrumar,a menina questiona cedo ué pq,mais vai si arrumar, recebe saí,nesse momento a gerente vai na porta fecha, entra no banheiro toma banho é sai de lá com um vestido curto colado vem no balcão me beija é já abre minha bermuda é cai de boca começo a beija ela jogo ela em cima do frizer,chupo até goza coloco camisinha ele vira bunda grande com marquinha fala coloca no meu cuzinho eu obedeço mete nela ali ela geme alto grita,alguém bate na porta o gerente da outra casa ela fala cara chato eu meto é gozo,falo vou embora,ela fala vamos fica comigo no hotel meu cantinho,eu pego meu carro no estacionamento vou p hotel lá ela me conta que o gerente que bateu na porta era namorado dela,que ela não queria mais porra que merda fiquei saindo com ela bom tempo.
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Oscaralho
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PORNOCASSETADAS

Mensagem por Oscaralho »

Neste quase 19 anos de putaria, situações loucas, como já citadas em tópico, acontecem e outras engraçadas ou um pouco constrangedoras podem acontecer. Uma cama quebrar, um pé acertar numa mudança de posição sem querer uma parceira(o), escorregar durante o enrosco e cair sobre a parceira, fazer malabarismos sexuais em pé e os dois caírem no chão, etc.
Há 12 anos, marquei de sair com uma massoterapeuta de nome Luciana em clínica na Barra da Tijuca, já conhecia da Tijuca. Como a possibilidade e o desejo de um enrosco se faziam presente marquei com a mesma. O local era bem organizado, mas não tinha cama. O atendimento era com maca.
Na hora do rala e rola, em determinado momento, a profissional ficou deitada sobre a maca na posição do frango assado e a maca estava próxima da divisória. Antes da parceira colocar as mãos apoiadas na divisória para a maca não andar e acabar fazendo ela bater a cabeça, eu acabei na empolgação bombando e fazendo a massoterapeuta quicar a cabeça na divisória algumas vezes como um aríete. Ela não se machucou e o atendimento seguiu a contento. Mas fiquei constrangido e demorei a me restabelecer. Hoje apesar de rir com a distância do tempo, fico preocupado se acaso machuquei a parceira nos momentos Peter Sellers.
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CariocaGaludo
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por CariocaGaludo »

SkyClear escreveu: 02 Mar 2024, 19:24 Eu tenho uma BOA e outra HORROROSA

HORROROSA : Lá pro início dos anos 2000, eu tinha uma namorada. Os pais dela achavam que ela era virgem e nunca rolava dela dormir lá em casa. Um dia saimos, ficamos na sacanagem e tive que deixar ela em casa. Fiquei com o saco doendo. Eu morava no Leme e tinha que passar pela Prado Júnior.
Quando eu estava em frente a Barbarela, uma menina veio falar comigo e desenrolei um boquete no carro mesmo. Fomos pra Lagoa. Quando eu estava quase gozando, segurei o cabelo da menina e a peruca saiu na minha mão. Era um traveco. FOI FODA PQP...

BOA : Escolhi uma menina no Photoacompanhantes e conversamos algumas vezes mas sem marcar nada.
Um belo dia, ela me manda msg perguntando se eu podia acompanha-lá a visitar um AP que ela queria alugar. Eu topei e ela veio me buscar de Uber, fomos ver o AP e depois ela me convidou para jantar ... topei, ela pagou a conta e no final perguntou se ela podia carregar o cel na minha ... Eu topei...fomos lá pra casa, ai já viu né ...
O 2o encontro eu paguei ... Depois disso, rolaram vários encontros 0800...ela fez altos planos de viajar comigo, me dava presente , pagava tudo pra mim... doidera...inversão total de papéis mas eu liguei o foda se e acabei me envolvendo um pouco.
Era complicado ...eu não podia sentir ciúme mas ela sim. Um dia nos desentendemos e no inicio da pandemia nos reencontramos
Essa menina era a Babi Maia...gente boa e muito gatinha.

Gostei das suas histórias kkkkk... As vezes acontecem cada coisa mesmo que é de cair o rego da bunda KKK
"Fortis Fortuna Adiuvat !! "
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A MINHA HISTÓRIA LOUCA

Mensagem por Pinstripe Paulistano »

Muito legal ler todos esses causos dos confrades, tem muita coisa divertida nessas situações.

Eu também tenho uma história que cheguei a compartilhar com vocês, mas eu já tinha postado lá na área de crônicas. É uma situação engraçada envolvendo PPP e cólicas. Para quem tiver interesse, o link está aqui embaixo:

viewtopic.php?p=105139#p105139
:welcome: Relatos e novidades sobre garotas da capital de São Paulo e adjacências :piscada:

Lista de TDs: https://gparena.net/td-user.php?u=24964
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por Saulo Top »

Meus queridos, vocês são demais! :sacarstico: :risada:


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" O que fizeram comigo me criou, é um princípio básico do universo, que toda ação cria uma reação igual e oposta! "

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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por Fulgore »

Só história sensacional!! Hahahahhaha
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por Exgordinhorj »

Boa noite confrades ano passado eu encontrei uma gótica no skoba como a cabeça de baixo as vezes sobrepõem a de cima entrei em contato e marquei 4 horas em madureira.
Chegando no bairro ela pergunta se não poderíamos ir no Jumbo digo q sim e vou ela diz q já estava pedindo o Uber pra ir tbm não estava conseguindo me ofereço pra pedir aí vem a primeira coisa estranha o endereço era o cemitério de Irajá ali vc já teria pago e ido embora sem nem conhecer e consumar, mas a curiosidade e foda. Ela chega eu na recepção já havia escurecido ela não entra fica atrás da pilastra uns cinco minutos aí entra nos comprimentos tinha pego uma suíte com piscina. Entramos ela já pede pra apagar todas as luzes da suíte toda estranhei mas o fiz.
O início foi o pior possível não beijava tinha então eu fiz fui na velocidade 5 pra acabar logo com o meu sofrimento gozei e pensei se quiser meter o pé vai. Peguei uma cerveja e fui pra piscina.
Ela foi lá pro final da suíte escura teclando no celular pensei comigo hj eu vou morrer pq ela era meio estranha tinha uma imagem de um bode grande tatuado nos peitos ela pede uma cerveja e vem pra piscina e conversa um pouco e se abre um pouquinho e diz. Q sentia tesão. Bater eu já com uma cerveja na ideia e com tesão ainda disse q sim mas se ficasse se desconfortável eu pararia eu bobinho pensei 2 tapinhas e pronto meus amigos ela vem com um cinto com réplicas de balas de fuzil de plástico deu duas depois com a mãos meus caros a gata se transformou beijos de língua, lambidas chupadas com cuspe garganta profunda, transou em todas as posições e ainda fez anal quis transar na piscina na sauna no sofá. No final sai de lá moído cansado e feliz. Ainda vivo kkkkk
:amor: Feliz apreciador do amor pago. :reverencia:
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por Brand »

Exgordinhorj escreveu: 24 Abr 2024, 20:40 pensei comigo hj eu vou morrer pq ela era meio estranha tinha uma imagem de um bode grande tatuado nos peitos
E meia noite ela virou isso ai kkkk


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CafécomLeite
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por CafécomLeite »

Exgordinhorj escreveu: 24 Abr 2024, 20:40 Boa noite confrades ano passado eu encontrei uma gótica no skoba como a cabeça de baixo as vezes sobrepõem a de cima entrei em contato e marquei 4 horas em madureira.
Chegando no bairro ela pergunta se não poderíamos ir no Jumbo digo q sim e vou ela diz q já estava pedindo o Uber pra ir tbm não estava conseguindo me ofereço pra pedir aí vem a primeira coisa estranha o endereço era o cemitério de Irajá ali vc já teria pago e ido embora sem nem conhecer e consumar, mas a curiosidade e foda. Ela chega eu na recepção já havia escurecido ela não entra fica atrás da pilastra uns cinco minutos aí entra nos comprimentos tinha pego uma suíte com piscina. Entramos ela já pede pra apagar todas as luzes da suíte toda estranhei mas o fiz.
O início foi o pior possível não beijava tinha então eu fiz fui na velocidade 5 pra acabar logo com o meu sofrimento gozei e pensei se quiser meter o pé vai. Peguei uma cerveja e fui pra piscina.
Ela foi lá pro final da suíte escura teclando no celular pensei comigo hj eu vou morrer pq ela era meio estranha tinha uma imagem de um bode grande tatuado nos peitos ela pede uma cerveja e vem pra piscina e conversa um pouco e se abre um pouquinho e diz. Q sentia tesão. Bater eu já com uma cerveja na ideia e com tesão ainda disse q sim mas se ficasse se desconfortável eu pararia eu bobinho pensei 2 tapinhas e pronto meus amigos ela vem com um cinto com réplicas de balas de fuzil de plástico deu duas depois com a mãos meus caros a gata se transformou beijos de língua, lambidas chupadas com cuspe garganta profunda, transou em todas as posições e ainda fez anal quis transar na piscina na sauna no sofá. No final sai de lá moído cansado e feliz. Ainda vivo kkkkk
Acho que a depender da porrada
Iria virar oferenda
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Mu de Áries
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por Mu de Áries »

Olá pessoal,sou novo no arena,mas tenho umas histórias pra contar.A primeira faz um bom tempo,fui em um privê, não lembro do endereço,enfim ,fui na intenção de sair com a Vivi,minha top,mas o destino me sacaneou e ela saiu mais cedo pra atendimento off.Fiquei bebendo,e ela veio:uma pretinha que exalava sexo pelos poros, já a conhecia da casa,e reconheço que minha fraqueza é uma pretinha.Veio até mim, conversa vai,e me chamou pra ir na casa dela.Esperei o horário dela e saímos,um aparte aqui(não bebam em excesso,no final dá merda) ,pegamos um Uber,cochilei e quando acordei já estava na hora de descer,saímos do carro e perguntei,onde estamos?
Nova Holanda meu amor,putz,se tem algo melhor pra curar bebedeira não conheço,mas depois de ficar bom do álcool nas ideias,a cabeça de baixo assumiu o controle,entrei na Nova Holanda com ela,isso umas 22:00hr já,e fomos né pro cantinho dela,meus amigos,depois de uns cinco minutos entrando na NH,ela disse que queria comprar um negócio pra ela,pqp só pensando isso,quando me vi estava numa encruzilhada com um mesão,com tudo que vocês possam imaginar,como eles falam né,de 10 de 20,puta merda,tudo que vocês puderem imaginar de bagulho ,tinha.E vida que segue ,mas sou obstinado ,aquela PPK vai ser minha hoje.Chegamos no submundo,pra chegar onde ela mora,tu sobe uma escada caracol maluco,sempre saio com minha mochila, então subi me arrastando pelas paredes.Enfim cheguei,o local é uma sala com um colchão no chão,o banheiro se você ligar o chuveiro, já pode escovar os dentes na pia ao mesmo tempo.Agora vem a parte boa né,o sexo com ela é demais,uma pessoa linda,tanto no sexo como pessoa mesmo,por isso que falo, até em ambientes inóspitos,que não estamos acostumados a frequentar,temos um tudo que às vezes em locais chiques não temos.Uma noite ótima com ela,te entrega tudo e mais um pouco.Depois do namoro ,dormir.Dorme ruazinha a bonita,no outro dia acordo e ela ainda dormindo,ver ela nuazinha ,dormindo, já viu né,tive que acordar ela,mais uma sessão de sexo gostoso,depois disso banho . Agora o problema falou que era tranquilo ir embora,eu falei negativo preta ,me acompanha até a av.brasil né,aí veio o contratempo três filhos, todos pra levar pro colégio,falei que esperava a empreitada,gente,fiquei 2 horas sozinho no quartinho dela até levar as crianças pra escola,no final da história,me levou até a saída da comunidade,mas com o bagulho na boca,gosta muito de uma maconha,ainda teve que jogar fora a bituca,pois a polícia estava na entrada da comunidade.E isso gente uma aventura pra ter o prazer com uma bela dama, é isso,somos amigos até hoje ,não trabalha mais em privê, é CLT AGORA,mas já falou comigo,se quiser ela faz um amor comigo,e o melhor né,entre tudo que passei ,mantive a amizade dessa pretinha linda,espero que gostem da história,tenho outras pra compartilhar,um abraço a todos os participantes do arena,um ano novo top pra todos nós.
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Macunaíma
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por Macunaíma »

Fala confrades, gostei muito desse tópico, por isso venho aqui contar uma de minhas histórias. O caso ocorreu em 2017 ou 18 e a moça vou chamar aqui de Luana.

Na época desse td eu estava dando um tempo da putaria, vivia uma crise no casamento e crise financeira por conta de uns calotes recebidos. Mesmo assim, eu mantinha o costume de observar o mercado de acompanhantes e acompanhar os fóruns. Certo dia, acessei um site e vi um anúncio que mostrava o rosto da menina me chamou a atenção, pois tratava-se de uma gostosa que às vezes eu via passando na minha rua indo pra uma academia que fica lá. É uma moça que tem uma beleza exótica, morena jambo, baixinha e muito cavaluda. Fiquei doido com a oportunidade mas como já expliquei, era uma época difícil e no princípio fiquei só no sonho. Passado uns meses, as coisas estavam melhorando pra mim e vi que o anúncio da gata continuava ativo mas escondendo o rosto. Então tive a idéia de olhar o instagram da academia que ela frequentava. Bingo! Achei uma foto que ela aparecia e pelas curtidas encontrei o perfil da gata. Dei uma stalkeada no perfil vi que a moça era companheira de um PM. Bateu um medinho de ir, mas mesmo assim entrei em contato e marquei.
Luana atendia no Transamérica na Barra, me desloquei até lá, cheguei na recepção e fiz contato, ela me deu o número do apt e me pediu pra aguardar uns minutos pra subir. Quando a porta do elevador se abre, sai um cara marombado que eu achava conhecer, subi e fui ao encontro da Luna.
O td foi ok, aquele tipo de encontro em que vamos com muita expectativa e acabamos saindo um pouco frustrados. A Luana não era muito comunicativa, cheguei como sempre chego, tentando puxar assunto pra quebrar o gelo e ela me respondia de forma educada porém bem seca. Não me lembro dos detalhes, mas recordo que ela fez tudo que pedi, porém não teve aquela entrega, aquela conexão que tanto buscamos. Fiz o pagamento, me despedi e fui. Na saída, vi que o cara bombadão estava no saguão sentado e me deu um estalo, fui acessar o instagram e vi que ele era o PM namorado da mina. O anúncio da menina sumiu e depois disso, mas a vejo algumas vezes aqui no bairro. Ela não está mais tão interessante; deu uma exagerada na malhação e nas bombas, tá parecendo a Gracyanne Barbosa.
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por joseph1973 »

Macunaíma escreveu: 27 Dez 2025, 10:38 Fala confrades, gostei muito desse tópico, por isso venho aqui contar uma de minhas histórias. O caso ocorreu em 2017 ou 18 e a moça vou chamar aqui de Luana.

Na época desse td eu estava dando um tempo da putaria, vivia uma crise no casamento e crise financeira por conta de uns calotes recebidos. Mesmo assim, eu mantinha o costume de observar o mercado de acompanhantes e acompanhar os fóruns. Certo dia, acessei um site e vi um anúncio que mostrava o rosto da menina me chamou a atenção, pois tratava-se de uma gostosa que às vezes eu via passando na minha rua indo pra uma academia que fica lá. É uma moça que tem uma beleza exótica, morena jambo, baixinha e muito cavaluda. Fiquei doido com a oportunidade mas como já expliquei, era uma época difícil e no princípio fiquei só no sonho. Passado uns meses, as coisas estavam melhorando pra mim e vi que o anúncio da gata continuava ativo mas escondendo o rosto. Então tive a idéia de olhar o instagram da academia que ela frequentava. Bingo! Achei uma foto que ela aparecia e pelas curtidas encontrei o perfil da gata. Dei uma stalkeada no perfil vi que a moça era companheira de um PM. Bateu um medinho de ir, mas mesmo assim entrei em contato e marquei.
Luana atendia no Transamérica na Barra, me desloquei até lá, cheguei na recepção e fiz contato, ela me deu o número do apt e me pediu pra aguardar uns minutos pra subir. Quando a porta do elevador se abre, sai um cara marombado que eu achava conhecer, subi e fui ao encontro da Luna.
O td foi ok, aquele tipo de encontro em que vamos com muita expectativa e acabamos saindo um pouco frustrados. A Luana não era muito comunicativa, cheguei como sempre chego, tentando puxar assunto pra quebrar o gelo e ela me respondia de forma educada porém bem seca. Não me lembro dos detalhes, mas recordo que ela fez tudo que pedi, porém não teve aquela entrega, aquela conexão que tanto buscamos. Fiz o pagamento, me despedi e fui. Na saída, vi que o cara bombadão estava no saguão sentado e me deu um estalo, fui acessar o instagram e vi que ele era o PM namorado da mina. O anúncio da menina sumiu e depois disso, mas a vejo algumas vezes aqui no bairro. Ela não está mais tão interessante; deu uma exagerada na malhação e nas bombas, tá parecendo a Gracyanne Barbosa.
Mano.... Nem passava Wi-Fi,né????? :morte: :morte: :morte:
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Wilson00
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por Wilson00 »

Não é uma história louca, mas uma situação inusitada
Coito interrompido por gás de pimenta


Agora no início de 2026 reencontrei um amigo de trabalho que não via já há alguns anos, desde que eu me aposentei em 2019, e fomos tomar um chopinho. Papo vai, papo vem, lembramos de algumas passagens de nossas vidas de putanheiros e essa em particular que contarei a seguir, vivenciamos juntos e foi bastante inusitada.
Vamos aos fatos
Contextualização
Corria o ano de 2013 ou 2014, não sei precisar bem.
Nessa época, rarissimamente eu recorria às “frees” e, muito eventualmente, ia a alguma casa de massagem.
Gostava mesmo de frequentar, e frequentava bastante, algumas termas do centro da cidade. Minhas favoritas eram a 502 e a MV30. Raramente ia na New York (nem me lembro qual era o nome desse puteiro na época) e mais raro ainda ir na 4x4 ou na 65.
Aquele era o ambiente que me atraía e me fazia sentir muito à vontade.
Todo mundo conhecia todo mundo. No caso da MV30 conhecia bem o Tuninho que era o dono, conhecia o pessoal do bar, as caixas e, principalmente, as meninas.
Estou dizendo que eu conhecia, mas isso não era uma exclusividade minha, era praticamente uma norma geral.
Essas termas do centro tinham uma frequência muito cativa e muitos dos que as frequentavam, acabavam conhecendo também pelo menos de vista, vários dos clientes, pois todos se encontravam, ora na MV30, ora na 502, etc..
Ou seja, era um ambiente muito “familiar”. rsrsrs
Bem, voltando ao relato.
Como disse acima, corria o ano de 2013 ou 2014 e a cidade do Rio de Janeiro fervilhava com as manifestações dos chamados “Black Bocks”.
Pra que não lembra ou não sabe, faço um breve resumo:
Foi um período de bandalha e quebra-quebra que se iniciou através da ação de grupos organizados, que ganharam grande visibilidade em manifestações nesse período de 2013 e 2014, associada aos protestos “motivados” pelo aumento da passagem de ônibus. O estopim foi um aumento de 20 centavos na passagem dos ônibus.
Os “Black Bocks”, formavam uma massa na qual, inicialmente, todos utilizavam roupas escuras, máscaras (de esqui, de ninja, ou capacetes), coisas para dificultar a identificação pela polícia, provocavam tumultos, principalmente no centro da cidade com atos de depredação, inicialmente a prédios públicos, bancos e lojas, mas com o tempo passaram a quebrar tudo, até mesmo carros particulares que circulavam pelo centro da cidade. Esses caras eram reprimidos pela polícia com o uso, principalmente, de cacetetes e bombas de gás lacrimogênio e/ou de pimenta.
O evento Inusitado
Apesar desses dias de tumultos, certo dia, saimos do trabalho, esse amigo e eu, e paramos para tomar umas cervejas em um boteco da praça Mauá. Praça essa na qual se encontra uma famosíssima boate/puteiro, a boate Flórida (será que ainda existe?), antro da antiga malandragem da praça Mauá, de marinheiros e raros turistas desavisados. Nessa boate tem, ou tinha pois não vou lá há muitos anos, uma coisa muito peculiar: um corredor cercado por corrimões no meio do salão, onde as meninas desfilavam nuas pra lá e pra cá.
Bem, voltando ao assunto que interessa, logo veio a ideia de ir a um puteiro, coisa que acontecia com enorme frequência. Em função do local onde estávamos nesse dia, partimos para a MV30.
Chegando lá, notamos que estava um ambiente diferente, poucas meninas e pouquíssimos clientes, mas para mim o importante foi que a Sofia estava. Sofia era uma morena espetacular e, como sou muito “fidelizável” (isso é papo para outra ocasião), nessa época eu adorava “subir” com ela ou com a Marcela, outra morena deliciosa. As duas dividiam as minhas preferências na casa.
Bebericamos mais algumas cervejas, conversamos com as meninas presentes e em seguida partimos para o rala e rola. Eu subi com a Sofia e meu amigo com a Mel, uma loirinha bem interessante.
O termo correto era subir mesmo. Apesar de ter uma suíte muito boa, inclusive com hidromassagem, no mesmo andar do salão, na MV30 eu escolhia sempre que possível, um das duas cabines do 2º andar que eram muito boas (cabines muito melhores que a maioria das cabines da 502, inclusive da maioria da 4x4), com acesso por uma escada de madeira e cujas janelas davam para a rua Mayrink Veiga. Essa particularidade das janelas, que permanentemente estavam trancadas e, tinham venezianas, é um fator bastante importante para o desenrolar do acontecimento.
Passados pouco mais de 30 minutos, ou seja, metade do tempo do programa, começamos a ouvir uma gritaria na rua. Uma gritaria tão estranha que, mesmo antes de termos atingido o clímax, nos levantamos e fomos tentar ver alguma coisa pelas frestas das venezianas da janela. Então, passado um tempo muito curto, eis que um cheiro horroroso e insuportável de gás de pimenta ou lacrimogênio, sei lá o que era, invadiu nossa cabine exatamente pelas frestas das venezianas da janela.
Ficamos meio que paralisados, assim sem saber o que fazer, os olhos ardendo muito e a respiração muito dificultada. Estava acontecendo alguma coisa muito diferente, corremos pro banheiro pegar alguma toalha pra colocar no rosto e logo percebemos que dentro da MV30 também estava um alvoroço grande.
Interrompemos o programa ali mesmo. Eu comecei a me vestir e a Sofia saiu do quarto correndo, pelada mesmo, pois as roupas civis dela estavam lá no 3º andar, eu acho, já nem lembro direito.
Desci as escadas correndo e logo encontrei meu amigo também espantado com o que estava acontecendo.
Ficamos pensando no que fazer e achamos que era melhor descer, avaliar a situação lá embaixo, na rua, e se possível ir logo embora.
Paramos na porta da boate e lá encontramos um “batalhão” de policiais! Muitos, muitos mesmo, andando pela rua com aquelas roupas de batalha campal. Máscaras anti – gazes, escudo e um cassetete de mais de metro de comprimento.
Ficamos ali na porta até que conseguimos falar com um policial que passou perto de nós e que parecia um oficial. Por sorte, nessa época, trabalhávamos de terno e eu acho que nosso traje ajudou nessa situação. Perguntamos o que estava acontecendo e dissemos que queríamos pegar o metrô. O PM, claro que imaginou bem onde estávamos, nos disse pra sairmos logo dali e indicou pra voltarmos até a Av. Rio Branco e caminhar até a estação Carioca pois o entorno da estação Uruguaiana estava um caos.
E assim foi feito.
Naquela confusão toda, saímos antes de finalizar e também sem pagar nada pois a tia do caixa já tinha dado no pé.
Poucos dias depois, ao retornar à casa, comentei esse “calote” com o Tuninho e ele disse pra nesse dia eu fazer um programa dobrado que, por ele, estaria tudo certo! Encontrei a Sofia e acertamos tudo.
Foi isso.
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por Chris Kyle »

Wilson00 escreveu: 21 Jan 2026, 13:42 Não é uma história louca, mas uma situação inusitada
Coito interrompido por gás de pimenta


Agora no início de 2026 reencontrei um amigo de trabalho que não via já há alguns anos, desde que eu me aposentei em 2019, e fomos tomar um chopinho. Papo vai, papo vem, lembramos de algumas passagens de nossas vidas de putanheiros e essa em particular que contarei a seguir, vivenciamos juntos e foi bastante inusitada.
Vamos aos fatos
Contextualização
Corria o ano de 2013 ou 2014, não sei precisar bem.
Nessa época, rarissimamente eu recorria às “frees” e, muito eventualmente, ia a alguma casa de massagem.
Gostava mesmo de frequentar, e frequentava bastante, algumas termas do centro da cidade. Minhas favoritas eram a 502 e a MV30. Raramente ia na New York (nem me lembro qual era o nome desse puteiro na época) e mais raro ainda ir na 4x4 ou na 65.
Aquele era o ambiente que me atraía e me fazia sentir muito à vontade.
Todo mundo conhecia todo mundo. No caso da MV30 conhecia bem o Tuninho que era o dono, conhecia o pessoal do bar, as caixas e, principalmente, as meninas.
Estou dizendo que eu conhecia, mas isso não era uma exclusividade minha, era praticamente uma norma geral.
Essas termas do centro tinham uma frequência muito cativa e muitos dos que as frequentavam, acabavam conhecendo também pelo menos de vista, vários dos clientes, pois todos se encontravam, ora na MV30, ora na 502, etc..
Ou seja, era um ambiente muito “familiar”. rsrsrs
Bem, voltando ao relato.
Como disse acima, corria o ano de 2013 ou 2014 e a cidade do Rio de Janeiro fervilhava com as manifestações dos chamados “Black Bocks”.
Pra que não lembra ou não sabe, faço um breve resumo:
Foi um período de bandalha e quebra-quebra que se iniciou através da ação de grupos organizados, que ganharam grande visibilidade em manifestações nesse período de 2013 e 2014, associada aos protestos “motivados” pelo aumento da passagem de ônibus. O estopim foi um aumento de 20 centavos na passagem dos ônibus.
Os “Black Bocks”, formavam uma massa na qual, inicialmente, todos utilizavam roupas escuras, máscaras (de esqui, de ninja, ou capacetes), coisas para dificultar a identificação pela polícia, provocavam tumultos, principalmente no centro da cidade com atos de depredação, inicialmente a prédios públicos, bancos e lojas, mas com o tempo passaram a quebrar tudo, até mesmo carros particulares que circulavam pelo centro da cidade. Esses caras eram reprimidos pela polícia com o uso, principalmente, de cacetetes e bombas de gás lacrimogênio e/ou de pimenta.
O evento Inusitado
Apesar desses dias de tumultos, certo dia, saimos do trabalho, esse amigo e eu, e paramos para tomar umas cervejas em um boteco da praça Mauá. Praça essa na qual se encontra uma famosíssima boate/puteiro, a boate Flórida (será que ainda existe?), antro da antiga malandragem da praça Mauá, de marinheiros e raros turistas desavisados. Nessa boate tem, ou tinha pois não vou lá há muitos anos, uma coisa muito peculiar: um corredor cercado por corrimões no meio do salão, onde as meninas desfilavam nuas pra lá e pra cá.
Bem, voltando ao assunto que interessa, logo veio a ideia de ir a um puteiro, coisa que acontecia com enorme frequência. Em função do local onde estávamos nesse dia, partimos para a MV30.
Chegando lá, notamos que estava um ambiente diferente, poucas meninas e pouquíssimos clientes, mas para mim o importante foi que a Sofia estava. Sofia era uma morena espetacular e, como sou muito “fidelizável” (isso é papo para outra ocasião), nessa época eu adorava “subir” com ela ou com a Marcela, outra morena deliciosa. As duas dividiam as minhas preferências na casa.
Bebericamos mais algumas cervejas, conversamos com as meninas presentes e em seguida partimos para o rala e rola. Eu subi com a Sofia e meu amigo com a Mel, uma loirinha bem interessante.
O termo correto era subir mesmo. Apesar de ter uma suíte muito boa, inclusive com hidromassagem, no mesmo andar do salão, na MV30 eu escolhia sempre que possível, um das duas cabines do 2º andar que eram muito boas (cabines muito melhores que a maioria das cabines da 502, inclusive da maioria da 4x4), com acesso por uma escada de madeira e cujas janelas davam para a rua Mayrink Veiga. Essa particularidade das janelas, que permanentemente estavam trancadas e, tinham venezianas, é um fator bastante importante para o desenrolar do acontecimento.
Passados pouco mais de 30 minutos, ou seja, metade do tempo do programa, começamos a ouvir uma gritaria na rua. Uma gritaria tão estranha que, mesmo antes de termos atingido o clímax, nos levantamos e fomos tentar ver alguma coisa pelas frestas das venezianas da janela. Então, passado um tempo muito curto, eis que um cheiro horroroso e insuportável de gás de pimenta ou lacrimogênio, sei lá o que era, invadiu nossa cabine exatamente pelas frestas das venezianas da janela.
Ficamos meio que paralisados, assim sem saber o que fazer, os olhos ardendo muito e a respiração muito dificultada. Estava acontecendo alguma coisa muito diferente, corremos pro banheiro pegar alguma toalha pra colocar no rosto e logo percebemos que dentro da MV30 também estava um alvoroço grande.
Interrompemos o programa ali mesmo. Eu comecei a me vestir e a Sofia saiu do quarto correndo, pelada mesmo, pois as roupas civis dela estavam lá no 3º andar, eu acho, já nem lembro direito.
Desci as escadas correndo e logo encontrei meu amigo também espantado com o que estava acontecendo.
Ficamos pensando no que fazer e achamos que era melhor descer, avaliar a situação lá embaixo, na rua, e se possível ir logo embora.
Paramos na porta da boate e lá encontramos um “batalhão” de policiais! Muitos, muitos mesmo, andando pela rua com aquelas roupas de batalha campal. Máscaras anti – gazes, escudo e um cassetete de mais de metro de comprimento.
Ficamos ali na porta até que conseguimos falar com um policial que passou perto de nós e que parecia um oficial. Por sorte, nessa época, trabalhávamos de terno e eu acho que nosso traje ajudou nessa situação. Perguntamos o que estava acontecendo e dissemos que queríamos pegar o metrô. O PM, claro que imaginou bem onde estávamos, nos disse pra sairmos logo dali e indicou pra voltarmos até a Av. Rio Branco e caminhar até a estação Carioca pois o entorno da estação Uruguaiana estava um caos.
E assim foi feito.
Naquela confusão toda, saímos antes de finalizar e também sem pagar nada pois a tia do caixa já tinha dado no pé.
Poucos dias depois, ao retornar à casa, comentei esse “calote” com o Tuninho e ele disse pra nesse dia eu fazer um programa dobrado que, por ele, estaria tudo certo! Encontrei a Sofia e acertamos tudo.
Foi isso.
Muito Nostálgico essas histórias!!! Essa eh a putaria raiz! Parabéns pelos momentos vividos.
Bom, há um tempo atrás passei na porta de manhã e saia um som alto lá de dentro dessa Boate rs
Pode ser que ainda funcione sim!!!
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