O tema do tópico está mudando um pouco, vou dar minha opinião sobre o que foi comentado no início.
O sexo é o princípio dessa profissão, óbvio que sexo não se resume unicamente a penetração, mas essa é uma parte importante para a grande maioria dos clientes, é o ponto onde quer se chegar. Não dá para querer mudar esse princípio, para aqueles que pensam diferente, talvez estejam buscando suas necessidades no lugar errado, talvez devam procurar o que lhes satisfaz entre as sugar babies, há grandes chances de serem mais bem-sucedidos lá.
A função da acompanhante é fornecer o sexo em troca da grana, é uma relação de troca, essa é a ideia principal, é uma ideia antiga, simples, não é grosseria, é simplesmente a realidade. Qualquer um que tenha repulsa, que seja contra, que ache machista ou desrespeitosa e que não a aceite, não deveria frequentar ou trabalhar com isso, é simples.
Óbvio que, o usufruto da prática para alguns vai além da simples "meteção". O desfrute do momento não precisa ser de forma tão direta, muito menos grosseira (a falta de educação é um desvio de caráter da pessoa, não está associada a profissão). Aqueles que gostam de algo mais pesado, mais hardcore, também não estão errados, só precisam buscar meninas que satisfaçam esse perfil e as avisarem antes, mesma questão para o anal, respeito máximo que o combinado não sai caro.
Papa99 escreveu:Caro Fazzo, da maneira que colocou o texto, entendo que e o seu ponto de vista. Porém todo esse assunto envolvido e muito profundo. Sendo assim é difícil levar em consideração frase como: A verdade é que todo ritual sexual deve ser uma troca, aonde até mesmo troca e bastante subjetivo no entendimento.
No Sado existe uma troca* entre os parceiros? Existe prazer sendo ativo ou passivo? No cuckold é lógico o tesão em ver outra pessoa transando com a parceira? São perguntas superficiais mas que ilustram a infinidade de situações para simplesmente colocarmos aqui como deve ser feito ou não em quatro paredes. Cada pessoa sente prazer de uma maneira diferente e as pessoas nesse meio pagam para ter prazer (causando exigência sobre o atendimento). O que talvez falte perícia em confrades seja em alcançar alguém que realmente seja o perfil para a maneira dele de transar ou realizar fetiche. Isso exige pesquisa,se comunicar etc.
Para mim, Papa99 foi cirúrgico na sua colocação, tem que tomar cuidado com esse discurso: temos que, devemos, a verdade é...não dá para querer que nos moldemos todos numa maneira de pensar e agir. Reflita sobre de onde tem surgido essas ideias, tem vindo das meninas com quem anda conversando? Não permita ser enfeitiçado / enrolado, está saindo do romântico para o iludido. Do jeito que algumas coisas nesse tópico estão soando, o ideal não seria pagar pelo encontro, mas sim ser pago por atender a menina.
Alguns preferem só meter, gozar e ir embora. outros preferem um pouco de conversa para quebrar o gelo, já outros só vão lá para conversar mesmo (inclusive, muitas meninas comentam que adoram esses caras, é dinheiro fácil!!

), tem também os que preferem ir lá para serem comidos...nada contra, é apenas a forma como cada um busca a prática, como busca a acompanhante para saciar suas necessidades ou carências.
Eu busco a acompanhante pelo sexo mesmo, de acordo com beleza física e qualidade de atendimento (conversar bem é um bônus), poderia estar transando com civil? Poderia sim, até saio com uma ou outra, não tenho dificuldades com isso, mas prefiro as acompanhantes, é mais fácil, sem enrolação, menos trabalhoso...tem menina para todos os gostos e necessidades.
Não busco arrumar uma namorada ou uma amiga (não que não possa acontecer), vou lá para transar, não sou e não tenho interesse em ser romântico, sou apenas educado. É óbvio que tudo é feito de uma forma amistosa, com troca de carícias, elogios, sorrisos e beijos...o tratamento dado a menina é sempre muito bom, mas é focado em respeito...prefiro conversar um pouco no início e quebrar o gelo rápido para começarmos logo as preliminares (é ali onde EU consigo ganhar uma entrega maior da menina, o que se reflete em todo o atendimento), só vou conversar novamente após a penetração, no período de recuperação ou no final do encontro. Comigo flui muito bem dessa forma, tenho excelentes encontros assim.
Tem menina que não quer papo, só quer ser “macetada” kkkkkkk. É necessário cuidado com exposição, as meninas no meio se preocupam bem mais com isso do que os clientes, mas o risco existe para ambos. Já sai com menina que não falava nada sobre sua vida pessoal, nem o nome verdadeiro. Dizia odiar cliente que queriam saber demais, pois já teve problemas com um cliente que a perseguiu e descobriu sobre sua vida civil...também há cliente que falam demais, procuram a acompanhante para se abrir e acabam se expondo..até pegar uma menina mal-intencionada e que tentará extorqui-lo.