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Registrado em: 27 Mai 2019, 12:19

BOATE FLERTE (Estrela - Rodovia RSC 453, s/n, Linha Lenz - Rota do Sol)

Mensagem por membro »

Fazia frio, muito frio. Resultado de uma mudança meteorológica assim que aterrissei na cidade. Noite, eu vestia um sobretudo cinza por cima de uma blusa social de flanela e da calça jeans de tecido reforçado. Um nevoeiro leve tomava conta das ruas. Cheguei a Porto Alegre pela manhã, aluguei um carro e parti para Lajeado no fim da tarde. Hospedei-me no velho Hotel Mariani, que mudou muito desde que morei na região. Sou gaúcho de nascimento, mas carioca de criação. Enquanto eu caminhava, tinha a sensação de estilhaços de gelo esbarrando em mim, o rosto queimava, vítima da temperatura de menos de 10º graus.

Saí do hotel à noite, não havia ninguém nas ruas, só predominava aquela atmosfera londrina numa cidade do interior do Rio Grande do Sul. No estacionamento, virei a chave, mas o motor do Fiat Uno engasgou por três vezes, na quarta tentativa roncou como se estivesse despertando com raiva. Fiz uma ronda na cidade, pouco movimento para um fim de semana. Gosto de Lajeado, foi a cidade onde nasci e morei nos meus primeiros anos de vida. Volto de vez em quando, à toa, sem motivo, nossas raízes guardam um chamado poderoso. Antes de sair, perguntei ao recepcionista do hotel por alguma dica de locais com mulheres fáceis, ele entendeu. Indicou uma boate na cidade de Estrela, bem próxima a Lajeado, o nome é Boate Flerte. Acredite, Forista sem Fé, no sul muitos locais são batizados com esses nomes explícitos e quase cômicos.

Na estrada, em direção à Estrela, um breu, o aquecedor do Fiat no máximo. Foi em Estrela que conheci a paixão mais avassaladora da minha existência, dali se originou a minha maior desolação e a minha origem libertina. Karen, uma prostituta magnífica, tivemos um caso até que ela decidiu tentar a vida na Inglaterra e nunca mais retornou. O libertino nasce dos destroços de romances abortados.

Peguei a direção que denominam Rota do Sol e avistei a boate. Na entrada, perguntei a que horas encerravam e o segurança me informou que não tinha hora para fechar, ia aberta até o último cliente. Entrei. O salão bem decorado, aspecto de limpeza, um bom bar e muitas meninas. Nunca vejo grande quantidade de mulheres feias em puteiros do Sul. Por outro lado, quando vejo uma mulher bonita num bordel gaúcho, ela não é apenas bonita, é linda. No Rio seriam divindades. Assim que pus os pés no interior da casa, uma loirinha educadíssima se aproximou e ofereceu companhia, nos sentamos.

– Tu bebes? – pergunta a garota

– Sim.

– Vamos pedir um vinho?

Outro hábito dos bordéis que frequentei por lá, sempre sugerem vinho, Chandon ou outra bebidas de preço elevado. Já que eu estava tão longe das montanhas do Rio, quis aproveitar a noite. Pedimos o vinho.

A menina se chamava Belle, atraente e gostosa. Começando a sentir a alegria brotar da garrafa de vinho, vi surgir na pista uma imagem inacreditável, uma legítima potranca. Meu queixo escorregou, foi ao chão e se recusava a voltar para o encaixe original. Loira, cavala, lindíssima. Perguntei o nome daquele monumento à Belle: Etienne era o nome daquela presença descomunal. Ela entrou no cenário para fazer um strip. E fez. Que corpo; sarada; uma pele alvíssima, impecável; cabelos longos, dourados, sedosos; tão perfumada que eu sentia o seu aroma de onde eu estava acomodado. Belle percebeu meu fascínio e disse que ia me deixar à vontade, aproximou-se da outra loira e cochichou algo em seu ouvido. Quando terminou o show, Etienne veio direto na minha direção.

A beldade apresentou-se e se pôs ao meu lado. Sugeriu outra garrafa de vinho, embarquei. Na terceira taça eu não estava mais no Sul, estava para lá de Marraquexe. Confessei que queria ficar com ela e se poderíamos sair fora, ela respondeu que sim; emendei perguntando quando ficaria o pernoite.

– R$ 250,00 para você.

Fui...

Eu só conhecia um motel naquela área e ela recomendou justamente o que conhecia. Não caia na gargalhada, estimado forista, mas o nome do motel é Sigilus. É inacreditável o nome com que eles batizam os lugares. Creia, a última mulher com quem eu tinha ido ao Sigilus se chamava Risonete e cada vez que eu citava seu nome parecia que eu estava pedindo um salgadinho: Risonete de frango ou de carne?

Dentro do quarto do Sigilus, quando Etienne saiu do banho e deixou a toalha cair, eu fiquei sem fôlego. Deve ter sido crise de ansiedade diante daquela escultura humana inigualável. Ela veio perto e me beijou sem dó. A menina tem uma língua que abduz nossa traqueia. Deitou-se e eu caí por cima para chupá-la. Que gemido, que loucura. Eu estava prestes a gozar só ouvindo Etienne gemer. Se era real ou não, não sei, mas foi excitante como poucas conseguiram ser. Botei de quatro, algumas estocadas e gozei. Velhos perdem a resistência com o avanço da idade, gozam rápido com receio de perderem a ereção. Joguei-me ao lado dela e disse que ia recuperar o fôlego para um segundo tempo. Tudo rodava, efeito do vinho. Dormi.

Acordei com Etienne ao meu lado, perna sobre as minhas pernas. Tomei um banho, pedi um café da manhã e despertei a menina. Conversamos, paguei a conta e o cachê e a levei de volta para os arredores da Boate Flerte. Retornei ao Hotel Mariani, pedi a chave ao recepcionista.

– Qual seu quarto, senhor? – Ele me pergunta.

– Quarto 302.

– Está aqui a chave. E seu nome?

– Meu nome? Meu nome é Dante.

E o dia nasceu feliz...

(Obs: Soube que a boate atualmente está passando por dificuldades devido à pandemia)
LuisInacio
Mensagens: 0
Registrado em: 10 Fev 2021, 13:54

Hcwb Massagem

Mensagem por LuisInacio »

De passagem pelo Centro de Curitiba e afim de curtir com uma donzela, dei um buscar no google e me deparo com esse local, 5 meninas listadas e números de zap. Clico na que me interessa, Isabella, e iniciamos contato pelo app, me passa valores e endereço e sigo. Chego no prédio, portaria tranquila, subo ao reservado da moça, sou recepcionado pela mesma, loira, olhos verdes, corpo mignon, muito bem vestida, perfil que sairia para jantar tranquilamente ou a passeio em shopping, confesso que diante as outras moças do local ela não é mais novinha, acredito ter seus 27/28 anos, o que não a desabona em nada, e até deixa umas novinhas no chinelo.
Me leva até o quarto, moça muito simpática, me oferece ducha, após o meu banho ela se banha tbm, retorna em um roupão e lingerie pretos, corpo escultural, pau duro só de ver ela entrar, beijos e amassos sem frescura nenhuma, pau latejando ela cai de boca, oral cadenciado, cara de safada, de joelhos me olhando com aqueles olhos verdes, de lembrar me da vontade de voltar, peço pra meter, ela encapa e fica d4, encaixo e bombo com força, ela geme gostoso, encho a borracha. Papeamos um pouco, beijo vai, beijo vem, ela inicia uma punhetinha, animado encapo novamente e vamos pra um ppmm bem gostosinho, como namorados, metendo e beijando, ele puxa cabelo, aperta, geme. lubrificação natural, pede pra ir por cima, e ai vejo o ponto forte da moça, meteu com vontade, e acredito até ter gozado, rolou até uma enforcada leve.
Deixo o link pelo qual cheguei a casa, na saída fui apresentado para a Malu e para a Angel, ambas que valem a visita com certeza.

https://hcwbmassagem.wixsite.com/curitiba

Local: limpo, organizado
Oral: sem capa
anal: Faz, mas eu não usufrui
corpo: 9 bem gostosinha
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